Boletim de Serviço Eletrônico em 22/07/2022

  

  

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES

  

Portaria Anatel nº 2425, de 22 de julho de 2022

  

Aprova o Procedimento de Gerenciamento de Mudanças de Tecnologia da Informação no âmbito da Agência Nacional de Telecomunicações.

O GERENTE DE PLANEJAMENTO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE REDES DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES, no uso das atribuições que lhe confere o art. 227, do Regimento Interno da Agência, aprovado pela resolução nº 612, de 29 de abril de 2013; e

CONSIDERANDO a necessidade de implantar o Procedimento de Gerenciamento de Mudanças de TI;

CONSIDERANDO o constante da Portaria 2424, de 22 de julho de 2022;

CONSIDERANDO o constante dos autos do processo nº 53500.286596/2022-74,

RESOLVE:

Art. 1º Aprovar o Procedimento de Gerenciamento de Mudanças de Tecnologia da Informação da Agência Nacional de Telecomunicações, na forma do anexo a esta Portaria.

Art. 2º Esta portaria entra em vigor 30 (trinta) dias após sua publicação no Boletim de Serviço. 


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Documento assinado eletronicamente por Adriano Cesar Dias, Gerente de Planejamento, Operação e Manutenção de Redes, Substituto(a), em 22/07/2022, às 16:51, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 23, inciso II, da Portaria nº 912/2017 da Anatel.


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anexo

Procedimento de Gerenciamento de Mudanças de TI da Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL)

1. OBJETIVO

1.1. O Procedimento de Gerenciamento de Mudanças de TI objetiva controlar o ciclo de vida de todas as mudanças de TI, passíveis de Gerenciamento, para garantir que sejam registradas, analisadas, autorizadas, priorizadas, planejadas, testadas, implementadas, documentadas, revisadas e que as atividades de negócio se mantenham estáveis, estabelecendo os procedimentos a serem seguidos na execução do Processo de Gerenciamento de Mudanças de TI - PGM.

1.2. As mudanças passíveis de gerenciamento são aquelas que possuem impacto negocial ou técnico relevante.

1.3. O Gerenciamento de Mudanças de TI será realizado por meio de sistema informatizado VISAO, ou outro que vier a substituí-lo.

2. APLICAÇÃO

2.1. Este Procedimento se destina aos servidores e empregados públicos, estagiários, terceirizados e demais colaboradores da Agência Nacional de Telecomunicações que participam do PGM.

2. DEFINIÇÕES GERAIS

3.1. Para fins desta Norma, entende-se por:

I - Base de Dados de Gerenciamento de Configuração – BDGC: repositório de informações relacionadas a todos os componentes de um sistema de informação que contém os detalhes dos itens de configuração (IC) na infraestrutura de TI;

II - Ferramenta de Information Technology Service Management – ITSM: ferramenta utilizada para realização de Gerenciamento de Serviços de TI;

III - Grupo Técnico de Mudança de Tecnologia da Informação (GTM): grupo técnico responsável pela análise e prosseguimento das mudanças de TI;

IV - Gerenciamento de Serviços de TI – GSTI: conjunto de processos que envolve planejamento, execução e monitoramento dos serviços de TI;

V- Indicadores de desempenho de processo: métricas adotadas para auxiliar no gerenciamento de processos, medindo a sua eficiência ao longo do tempo de sua aplicação;

VI - Itens de Configuração – ICs: qualquer componente necessário para a entrega de um serviço que precisa ser gerido com a finalidade de entregar um serviço de TI. Exemplo: ativos físicos, redes, servidores virtuais, armazenamento virtual, contratos, ferramentas e documentação;

VII - Lista de Mudanças: conjunto de mudanças propostas em um determinado período, para avaliação do GTM;

VIII - Mapa de Mudanças: conjunto de mudanças, normais ou emergenciais, aprovadas pelo GTM, e que deverão ser executadas;

IX - Matriz RACI: ferramenta de gestão para definição de responsabilidades para os membros de uma equipe;

X - Mudança: qualquer adição, alteração ou remoção de componentes dos serviços, bem como intervenções em ambiente operacional de TI que precisam ser gerenciadas;

XI - Processo de Cumprimento de Requisição de Serviço - processo responsável por gerenciar o ciclo de vida de todas as solicitações de serviços dos usuários de TI;

XII - Processo de Gerenciamento de mudanças – PGM: conjunto de medidas responsável pelo controle do ciclo de vida das mudanças com o objetivo de gerar o mínimo de interrupção nos serviços de TI e manter a operação estável;

XIII - Processo de Gerenciamento de Portfólio de Serviço – conjunto de medidas responsável por gerenciar o portfólio de serviços durante todo o ciclo de vida de um serviço, focando no valor que os serviços entregam ao negócio;

XIV - Requisição de Mudança – RDM: registro das informações de uma mudança ocorrida durante todo seu ciclo, desde a apresentação da necessidade até as ocorrências durante o processo de execução;

XV - Revisão Pós-Implementação – RPI: revisão feita após a implementação de uma mudança para avaliar seu sucesso e identificar oportunidades de melhoria;

XVI - Rollback - conjunto de atividades que deverá ser executado caso a realização da mudança falhe, objetivando restaurar os itens de configuração ao seu estado anterior ou a um estado funcional.

4. DIRETRIZES DO PROCESSO DE GERENCIAMENTO DE MUDANÇAS DE TI

4.1. Estabelecimento de equipe Especializada

4.1.1. Formação de equipe de especialistas nas tecnologias utilizadas para suportar os serviços de TI, para, mediante o uso de ferramenta de Gerenciamento de Serviços de TI – GSTI, garantir o atendimento correto e a execução efetiva do Processo de Gerenciamento de Mudança com o mínimo de risco e impacto para o negócio. Esta atividade pode ser delegada a colaboradores terceirizados conforme o interesse da Administração e possui os seguintes benefícios:

I - Garantir que as necessidades técnicas e de negócio sejam levadas em conta para o atendimento de uma mudança nos serviços de TI;

II - Garantir o envolvimento de todas as partes interessadas no planejamento, execução e revisão dos registros de mudança; e,

III - Garantir a eficiência e efetividade do processo.

4.2. Registro da Requisição de Mudança - RDM

4.2.1. Registro de todas as mudanças nos serviços de TI, identificando os itens de configuração e natureza da mudança, descrevendo a intenção ou necessidade do negócio que resultará em uma alteração no ambiente de TI.

4.2.2. Constará da RDM uma ementa da requisição, contendo a descrição sucinta dos pontos essenciais que serão objeto da mudança, bem como seus objetivos.

4.2.3. No caso de mudanças padrão ou automatizadas, os registros necessários para o controle das mudanças são predefinidos e autorizados pelo GTM.

4.2.4. Esta atividade possui os seguintes benefícios:

I - Identificar as intenções ou necessidades de mudança; 

II - Inibir as mudanças não autorizadas; 

III - Priorizar e agendar mudanças; 

IV - Permitir a identificação da urgência e impacto para o negócio;

V - Permitir a identificação e definição do Líder e dos demais membros do GTM; e

VI - Identificar novos itens de configuração.

4.2.5. O controle e armazenamento das informações relativas ao ciclo de vida da RDM será feito pelo sistema VISAO ou outro que venha a substituí-lo.

4.3. Definição dos Modelos de Artefatos de Mudança Padrão

4.3.1. Padronização de requisições de mudanças rotineiras. A criação de novos modelos, envolve todos os técnicos executores das atividades das mudanças que, caso atendam aos requisitos, podem ser categorizadas como mudança padrão.

4.3.2. Esta atividade possui os seguintes benefícios:

I - Estabelecer o atendimento de mudança padrão; 

II - Obter consistência nos procedimentos, produzindo previsibilidade de atendimento; 

III - Reduzir os riscos da mudança; 

IV - Agilizar o planejamento e autorização dos registros de mudança; 

V - Facilitar a execução da mudança, pois o planejamento já está feito baseado em experiências anteriores; e,

VI - Desburocratizar o processo dispensando aprovações para as mudanças executadas com frequência.

4.4. Elaboração do Mapa de Mudanças

4.4.1. Será parte integrante da Requisição da Mudança a elaboração do mapa de mudanças, onde estarão previstas as janelas de mudanças. As informações relativas à programação de mudança serão disponibilizadas de forma automatizada no sistema VISAO, ou outro que vier a substituí-lo.

4.4.2. Esta atividade tem os seguintes benefícios:

I- Previsibilidade das janelas de mudanças e da alocação de recursos humanos para a realização de mudanças;

II - Auxilia na organização e na análise de futuras Requisições de Mudanças.

4.5. Criação de um Plano de Rollback

4.5.1. Conjunto de ações que permitem reestabelecer o funcionamento do serviço após uma mudança sem sucesso. Planos de Continuidade de Serviços também podem ser utilizados. Ambos os Planos visam dar continuidade ao negócio, uma vez que toda mudança possui riscos e situações que podem ser omitidas ou não identificadas no planejamento, aumentando a possibilidade de insucesso na sua execução. Os Planos citados possuem as atividades necessárias para restaurar o funcionamento dos serviços afetados pela mudança às suas configurações de base. Esta atividade possui os seguintes benefícios:

I- Garantir que o serviço afetado pela mudança estará disponível ao término da janela de execução da mudança; e

II - Garantir o retorno do serviço em caso de suspensão, cancelamento ou falha da mudança. 

4.6. Mapeamento de Riscos e Respostas

4.6.1. Análise dos riscos e das respostas. A ação é necessária, uma vez que todas as mudanças em ambientes de TI possuem riscos e podem ter respostas de aceitação, rollback e mitigação. Assim, a análise de riscos deve ser realizada, inserindo-a em cada mudança. Esta atividade possui os seguintes benefícios:

I - Identificar as limitações técnicas existentes no contexto da Requisição de
Mudança; 

II - Categorizar os riscos; 

III - Conscientizar os gestores dos riscos envolvidos possibilitando a aceitação ou não dos riscos;

IV - Elaborar respostas que garantirão que o serviço afetado pela mudança não sofra modificações que agridam o negócio; e

V - Garantir o bom andamento da execução do planejamento sem agressões a outros serviços e a janela de execução da mudança.

4.7. Elaboração de Plano de Testes

4.7.1. Todas as mudanças devem ter plano de testes antes de sua implementação. Quando necessário, testes adicionais podem ser realizados, após a implementação, para assegurar o sucesso da mudança. Esta atividade possui os seguintes benefícios:

I - Validar a qualidade de qualquer aspecto do serviço a ser implantado; 

II - Garantir a capacidade, disponibilidade, continuidade e segurança do serviço novo ou modificado estabelecendo as interfaces e limites dos testes; e

III - Garantir que as mudanças executadas tenham o efeito proposto, não afetando o funcionamento e qualidade dos serviços.

4.8. Registro de Revisão Pós-Implementação

4.8.1. A Revisão Pós-Implementação (RPI) de uma mudança deve ser realizada pelo Gerente de Mudança ou pelo Analista de Mudança com o aval do Gerente de Mudança. Deve-se realizar a validação da mesma e o registro da RPI deve ser feito imediatamente após a conclusão das atividades ou da execução do Plano de Rollback. A RPI deve ser registrada independente do resultado da mudança e encaminhada para o requisitante da mudança, que emitirá o parecer final, concordando ou não com o seu conteúdo. Caso o requisitante da mudança não responda após o terceiro contato (e-mail ou ferramenta própria), a mudança será considerada como validada e será encerrada com sucesso. Esta atividade possui os seguintes benefícios:

I - Garantir, formalmente, uma avaliação das condições de operação e uso do serviço; 

II - Envolver o requisitante da mudança na sua avaliação; 

III - Tornar público, para os interessados/envolvidos, o resultado da mudança; 

IV - Verificar se as atividades executadas na mudança estão de acordo com o planejamento; e

V - Verificar se os critérios de qualidade foram atendidos de acordo com os requisitos do serviço.  

4.9. Atualização de Registros e Documentações

4.9.1. Todos os registros mencionados ou relacionados com a Requisição da Mudança devem ser atualizados e verificados antes do encerramento das atividades do processo. No caso de registro de incidentes, requisições, problemas, capacidade ou registros de outros processos de GSTI, o Processo de Gerenciamento de Mudança deve observá-los, porém, a atualização destes se dará pelo próprio processo de origem que deu início à mudança em questão, devendo o processo de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço ser acionado para a conferência ou atualização dos itens de configuração. Esta atividade possui os seguintes benefícios:

I - Garantir o controle da atualização de registros e documentos; 

II - Garantir a consistência do Banco de Dados de Gerenciamento de Configuração – BDGC; e

III - Reduzir a quantidade de inconsistências de informação.

5. PRIORIZAÇÃO DAS MUDANÇAS

5.1. As Requisições de Mudanças são priorizadas, para que sejam atendidas na ordem adequada de importância, sendo baseadas nas necessidades e objetivos de negócio.

5.2. As priorizações decorrem do resultado da relação entre impacto e urgência, ou seja, para determinar os níveis de prioridades são levados em conta, como referência, o impacto esperado e a urgência necessária. As prioridades estão classificadas em: crítica, alta, média e baixa.

5.3. A classificação das priorizações pode ocorrer por 3 (três) meios:

I - Categorização definida no Acordo de Nível de Serviço contida no Catálogo de Serviços;

II - Intervenção do Gerente de Mudança; e,

III - Matriz de impacto e urgência.

5.4. O impacto é a medida do efeito da mudança nos processos do negócio. Normalmente baseado em como os níveis de serviço serão afetados em sua disponibilidade, continuidade, capacidade ou segurança. Deve-se também levar em conta a quantidade de usuários e clientes envolvidos, importância dos serviços e processos de negócio afetados ou prejuízo financeiro, para imagem ou reputação da organização.

5.5. Outros fatores que também devem contribuir com os níveis de impacto são:

I - Número de serviços afetados;

II - Nível de perdas financeiras;

III - Efeito sobre a reputação da Anatel; e

IV - Violação de regulamentos ou de leis vigentes.

5.6. A escala de impacto possui quatro níveis, que são caracterizados pelos fatores associados:

I - Crítico - Qualquer tipo de impacto ou influência a serviços de alta relevância para o negócio. O problema a ser corrigido pode afetar o serviço de suporte ao negócio por período considerado especialmente crítico;

II - Alto - Qualquer tipo de impacto ou influência a serviços de alta relevância para a organização. A requisição atende um conjunto grande de usuários ou clientes e afetará um conjunto de serviços importantes para os processos de negócio;

III - Médio - Impacta serviços que possuem valor significativo ao negócio, cuja mudança visa prevenir redução na sua capacidade de operação ou eminentes indisponibilidades; e,

IV - Baixo - Impacto a serviços de pequeno valor negocial e/ou sem relacionamentos com outros serviços. O problema a ser corrigido não provoca a indisponibilidade nem falhas na segurança, apenas pequenas agressões na capacidade do serviço. O atendimento da mudança tem baixo efeito na produtividade do órgão.

5.7. A urgência é a medida de quanto tempo uma mudança irá levar até que tenha um impacto significativo no negócio. Está dividida em quatro níveis:

I- Crítico - Necessita de uma ação imediata e eficiente. Serviços foram afetados com grande impacto nos processos de negócio durante período considerado crítico para os processos de negócio. O usuário ou cliente precisa que sua requisição seja atendida imediatamente.

II - Alto - Necessita de uma ação rápida e eficiente. Serviços foram afetados com grande impacto nos processos de negócio. O usuário ou cliente precisa que sua requisição seja atendida rapidamente.

III - Médio - Necessita de uma ação de curto prazo. A degradação ao serviço é perceptível e já atinge processos de negócio. O atendimento da requisição deve ser iniciado e concluído assim que possível.

IV - Baixo - Não necessita de ação imediata, pois o impacto é imperceptível ou pequeno aos processos de negócio. A necessidade que gerou a requisição pode aguardar a conclusão de outras para ser atendida.

5.8. A regra de priorização de mudanças está representada na tabela abaixo e deverá ser seguida para todas as mudanças.

IMPACTO

URGÊNCIA

CRÍTICO (1)

ALTO (2)

MÉDIO (3)

BAIXO (4)

CRÍTICO (1)

Crítico

Crítico

Alto

Médio

ALTO (2)

Crítico

Alto

Médio

Baixo

MÉDIO (3)

Alto

Médio

Baixo

Baixo

BAIXO (4)

Médio

Baixo

Baixo

Baixo

6. CATEGORIAS DAS REQUISIÇÕES DE MUDANÇAS

6.1. As Requisições de Mudanças estão divididas em 3 (três) categorias:

I - Normal - Qualquer Requisição de Mudança, não padrão, que possui impacto negocial ou técnico relevante;

II - Emergencial - Toda Requisição de Mudança que for registrada visando sua execução fora dos prazos do processo de mudança normal ou padrão, endossada da necessidade e alto impacto negocial. Caberá ao requisitante da mudança informar a razão para a emergência. Sempre que necessário o Gerente de Mudança convocará reunião para discutir as mudanças emergenciais.

III - Padrão - Qualquer Requisição de Mudança cujo processo de análise e aprovação seja simplificado em decorrência de ter sido previamente executado e padronizado.

a)Salienta-se que a mudança padrão pode ser automatizada. Neste caso, não existirá interação por parte dos participantes da mudança no preenchimento de RDM. Ficando a cargo da ferramenta de ITSM a extração e registro das informações para posterior supervisão, para fins de: qualidade, rastreabilidade e auditoria.

6.2. As Requisições de Mudança Padrão são pré-aprovadas e, por isso, para uma Requisição de Mudança se tornar padrão, deve atender aos seguintes requisitos:

I - Ter sido executada com a revisão pós-implementação indicando sucesso pelo menos 3 (três) vezes;

II - As atividades devem ser as mesmas e com tempo de execução semelhante;

III - Deve haver baixo risco de indisponibilidade; e,

IV - Deve ser aprovada e autorizada pelo Gerente de Mudança.

6.3. Uma RDM padrão não deve ser alterada em relação ao seu objeto, sendo permitida tão somente a alteração do horário de execução, dos itens de configuração envolvidos e anexos. Tal vedação visa prevenir que uma mudança que não é padrão, seja erroneamente categorizada como tal, cuja execução pode gerar risco aos serviços de TI e consequentemente ao negócio da Anatel.

6.4. Uma mudança operacional do tipo padrão, executada frequentemente e que possui custo e risco baixos poderá ser tratada pelo Processo de Cumprimento de Requisição de Serviço.

6.5. Mudanças emergenciais de alto impacto demandam a alocação de recursos e procedimentos excepcionais, portanto, a declaração de criticidade de uma mudança não deve ser automática. Deve assim ser caracterizada, quando ocorrer significativa perda ou parada no serviço, necessitando que esse seja restabelecido prontamente, a fim de minimizar ou evitar os impactos para o negócio, ou ainda quando houver possibilidade de ocorrer as situações descritas.

7. PERFIS

7.1. O processo de Gerenciamento de Mudanças conta com os seguintes perfis:

I - Requisitante da Mudança - qualquer servidor ou terceirizado da SGI que seja responsável ou da área responsável pelo serviço que será tratado na RDM, que necessite que uma demanda seja atendida pelo processo de Gerenciamento da Mudança. Este perfil espera ter sua demanda atendida de forma controlada e segura;

II - Dono do processo - profissional com perfil de gestão e autoridade funcional instituída para alocar recursos, bem como definir a visão e os objetivos de negócio do processo. Sugere-se que esse papel seja exercido pelo Gerente da GIMR. Este perfil sustenta o Processo de Gerenciamento de Mudanças;

III - Gerente de Mudança - profissional com experiência em gerenciamento e coordenação de equipes de operações de TI, preferencialmente com Certificação ITIL Expert. Sugere-se que este papel seja atribuído a um Servidor Público, porém, pode ser apoiado por colaboradores terceirizados, tendo em vista a natureza operacional, repetitiva e continuada das atividades. Este perfil acompanha e coordena a execução do processo de Gerenciamento de Mudança;

IV - Analista do processo - profissional com experiência em liderança de equipes de operações de TI, preferencialmente com Certificação ITIL Intermediate – RCV. Sugere-se que esse papel seja exercido por profissionais dedicados de forma exclusiva à liderança da mudança. Pode ser exercido por colaboradores terceirizados. Esse perfil acompanha a execução do processo de Gerenciamento de Mudança;

V - Líder da mudança - profissional com sólidos conhecimentos em infraestrutura e/ou desenvolvimento de sistemas, com capacidade de coordenar as atividades necessárias para a execução da mudança. Sugere-se que esse papel, quando possível, seja exercido por profissionais dedicados de forma exclusiva à operacionalização da mudança. Esse perfil supervisiona as atividades de planejamento das mudanças no âmbito da GIMR/GIDS/GIIB; e,

VI - Técnico executor - profissional técnico especialista em infraestrutura de TI ou desenvolvimento de sistemas. Aplica seu conhecimento técnico para executar as atividades da Requisição de Mudança.

8. RESPONSABILIDADES DOS PERFIS

8.1. Cabe ao Requisitante da Mudança:

I - Cooperar com o Líder da Mudança durante o planejamento da Requisição de Mudança;

II - Fornecer resposta necessária para validação dos efeitos da mudança; e,

III - Registrar as Requisições de Mudanças;

8.2.Cabe ao Dono do Processo:

I - Deliberar sobre a alocação de recursos no processo;

II - Deliberar sobre a visão e os objetivos de negócio do processo;

III - Patrocinar a melhoria contínua do processo e suas métricas; e

IV - Prover os recursos para o funcionamento do processo.

8.3. Cabe ao Gerente da Mudança:

I - Aferir os indicadores de desempenho do processo;

II - Aprovar a execução da mudança;

III - Autorizar o planejamento das mudanças;

IV - Avaliar e pré-aprovar todas as Requisições de Mudança registradas;

V - Definir o Líder da mudança;

VI - Calcular e publicar os indicadores das mudanças;

VII - Convocar as reuniões do GTM;

VIII - Coordenar a execução dos registros das mudanças;

IX - Coordenar o GTM;

X - Definir e acordar o mapa de mudanças;

XI - Desenhar e gerenciar a Mudança, melhoria contínua do processo e das suas métricas;

XII - Fechar as Requisições de Mudanças;

XIII - Garantir a publicação do mapa de mudanças e indisponibilidade de serviços;

XIV - Garantir que as mudanças foram devidamente documentadas;

XV - Garantir que as Requisições de Mudanças sejam registradas;

XVI - Identificar atividades ou etapas do processo que estão interferindo na celeridade exigida pelo negócio e propor melhorias;

XVII - Monitorar a execução do processo de mudança;

XVIII - Priorizar as Requisições de Mudanças;

XIX - Promover ações de melhoria do processo;

XX- Garantir que os membros do GTM recebam as notificações sobre o andamento e a necessidade de sua atuação, bem como dos registros das deliberações das RDMs sob sua responsabilidade;

XXI - Garantir que o histórico do chat da ferramenta de ITSM seja consultado, servindo como ATA;

XXII - Promover campanhas de divulgação do processo, por meios, como: portais, folders, e-mails, palestras e capacitação dos envolvidos no processo;

XXIII - Publicar mapa de mudanças;

XXIV - Realizar as considerações no caso da execução que não ocorra como inicialmente planejado, quando provocado pelo Líder da Mudança. Profere decisão pela continuidade ou não da mudança.

XXV - Realizar a Revisão Pós-Implementação;

XXVI - Reportar os resultados dos processos;

XXVII - Responder pelos resultados dos processos;

XXVIII - Revisar a Requisição de mudanças;

XXIX - Sugerir modelos, padrões e critérios para dar celeridade ao processo, mantendo o nível de controle adequado; e

XXX - Supervisionar o uso da política de mudança e promover o uso correto do processo.

8.4. Cabe ao Analista do Processo:

I - Acompanhar a qualidade do atendimento dos chamados para abertura de Requisição de Mudança;

II - Apoiar as equipes envolvidas no processo de mudança;

III - Apoiar o Gerente de Mudança na condução do Grupo Técnico de Mudanças;

IV - Comunicar decisões das autoridades de mudança às partes envolvidas;

V - Demais atividades de apoio ao processo de gerenciamento de mudanças;

VI - Elaborar e divulgar relatórios de desempenho da execução do processo;

VII - Garantir informações adicionais precisas às Requisições de Mudança;

VIII - Manter o ciclo de vida das mudanças na Ferramenta de Gerenciamento de Serviços de TI;

IX - Sugerir alternativas de datas de execução para diminuir conflitos entre mudanças; e,

X - Treinar os agentes do processo nos procedimentos e atividades.

8.5. Cabe ao Líder da Mudança:

I - Analisar a situação da mudança, no caso da execução que fuja do inicialmente planejado, para que possa realizar as considerações necessárias;

II - Buscar as aprovações com os gestores de TI e de negócio;

III - Comunicar ao Gerente de Mudança do sucesso ou falha da mudança e a necessidade da execução do Plano de Rollback;

IV - Convocar os envolvidos nas mudanças para as reuniões técnicas;

V - Coordenar a execução de Requisição de Mudança autorizada;

VI - Definir os envolvidos nas mudanças, para que recebam as notificações pertinentes;

VII - Garantir que os riscos identificados nas mudanças possuem consistência e respostas alcançáveis;

VIII - Identificar todos os envolvidos tecnicamente e negocialmente com a mudança;

IX - Planejar as mudanças e desenvolver o Plano de Rollback;

X - Promover a comunicação com os fornecedores e parceiros da Anatel;

XI - Realizar as considerações no caso da execução que não ocorra como inicialmente planejado. Profere decisão pela continuidade ou não da mudança, ou, ainda, acionar o Gerente da Mudança para que este tome essa decisão;

XII - Relacionar os itens de configuração impactados na mudança; e

XIII - Submeter e categorizar as Requisições de Mudanças.

8.6. Cabe ao Técnico Executor:

I - Apoiar o Líder da Mudança no levantamento das atividades, dos riscos e dos testes durante o planejamento das mudanças;

II - Acionar o Líder da Mudança durante a execução do planejamento, para analisar a situação e decidir pela continuidade ou não da mudança;

III - Comunicar ao Líder da Mudança sobre a execução das atividades planejadas;

IV - Continuar a execução da mudança, seguindo as considerações feitas pelo Líder da Mudança, ou pelo Gerente da Mudança, nos casos em que estes tenham sido acionados nas execuções que tenham apresentado desvio em relação ao planejamento inicial;

V - Executar as atividades do cronograma, dos planos técnicos, de Rollback e de testes; e,

VI - Fornecer feedback técnico a respeito das atividades, riscos e viabilidade das Requisições de Mudanças.

9. DELIBERAÇÕES E REUNIÕES DO GTM

9.1. Após a análise da RDM pelos membros fixos e pelo Gerente de Mudança, o processo estará pronto para ser deliberado quanto à aprovação ou reprovação das mudanças propostas.

9.2. O Gerente de Mudança comunicará aos demais membros sobre a abertura do prazo para que estes apresentem seu parecer fundamentado quanto à RDM proposta, conforme ementa produzida pelo Requisitante no momento do registro da RDM.

9.3. No caso de entendimento unânime pela aprovação, a RDM segue para a fase de execução.

9.4. Na hipótese em que haja divergência de entendimento entre os membros do GTM ou quando houver necessidade de maior detalhamento para que a RDM seja deliberada, o Gerente de Mudança convocará reunião presencial ou remota para que os membros do GTM possam apresentar oralmente seu parecer.

9.5. O sistema VISAO, ou outro que vier a substituí-lo, realizará o controle e armazenamento das informações relativas ao ciclo de vida da RDM, incluindo-se o controle das deliberações e eventuais reuniões realizadas.

9.6. Por se tratar de sistema que fará registro automático das informações de cada RDM, individualmente, tem-se que esta sistemática supre a necessidade de controles diversos como a presença dos membros participantes das deliberações, suas manifestações e pareceres, pautas e atas de reunião etc.

10. CICLO DE VIDA DA MUDANÇA

10.1. As Mudanças possuem um ciclo de vida formado por várias fases e status. Uma fase pode assumir vários status.

10.2. São fases da mudança:

I - Início - possui o status “Minuta”, que significa que a Proposta de Mudança está em preenchimento e ainda não foi enviada pelo solicitante. A Proposta de Mudança deve conter as informações necessárias para elaboração da Requisição de Mudança (RDM);

II - Análise e autorização – possui o status “Mudança Proposta”, que significa que a RDM foi solicitada e está na fila do Gerenciamento de Mudança. Nesta fase, será realizada uma revisão das informações preenchidas pelo solicitante. O Gerente de mudança verificará se a solicitação faz parte do escopo do Processo e seu objetivo será analisado em face aos interesses estratégicos da Anatel.

III - Planejamento e agendamento – possui os seguintes status:

a) “Em planejamento”, que significa que a mudança foi aprovada pelo Gerente de Mudança e seu planejamento foi autorizado. Nesse momento a RDM será complementada com outras informações que subsidiarão o envio da mudança para o grupo técnico responsável;

b) “Em Fila para Aprovação”, que significa que todo o planejamento foi concluído e a mudança está disponível para sua aprovação junto ao grupo técnico responsável; e,

c) “Mudança Aprovada” - após a recomendação do grupo técnico para sua execução e autorização do Gerente de Mudança, a RDM está disponível para a execução, aguardando somente o início da janela de execução.

1. É possível que a mudança seja aprovada com ressalvas. Nesses casos, o Líder da Mudança deve garantir que os ajustes sejam realizados pelo GTM e o Gerente de Mudança deverá monitorar estes ajustes e impedir que a mudança seja executada antes que sejam sanadas.

IV - Implementação – possui os seguintes status:

a) “Mudança em Execução”, significa que a janela de execução da mudança teve início, assim que a primeira atividade for realizada, a RDM assume o status de “Em execução”;

b) “Mudança em Documentação”, significa que a mudança assume esse status quando as atividades são documentadas e o template padrão será criado para que ela venha a ser uma mudança padrão;

c) “Mudança Concluída”, significa que a mudança foi realizada (com ou sem sucesso) e deve ser enviada parar a Revisão Pós-Implementação;

d) “Revisão Pós-Implementação-RPI”, significa que a mudança foi realizada e estão sendo preenchidos os atributos da Revisão Pós-Implementação. A revisão irá indicar o resultado da execução do planejamento da mudança, que pode ser executada com sucesso, quando as atividades foram concluídas e o efeito desejado foi alcançado; executada com falha, quando houve falha na execução das atividades ou o efeito desejado não foi alcançado, mas sem necessidade de realização de rollback; e por fim, rollback executado, quando ocorre falha ou impedimento na continuidade da execução da mudança que deu causa à execução do Plano de Rollback;

e) “Em Atualização dos Registros Associados aos Ativos de Serviços”, onde todos os ICs envolvidos na mudança terão seus atributos atualizados de acordo com as alterações que sofreram com a execução da mudança; e,

f) “Em Análise pela Gestão de Configuração e Ativos”, onde a partir da atualização dos registros associados e feita a avaliação. Cabe ao Processo de Gerenciamento de Configuração realizar a auditoria dos ICs.

V - Fechamento – possui os seguintes status:

a) “Mudança Fechada”, a Revisão Pós-Implementação foi concluída e validada pelo solicitante, lições aprendidas registradas, itens de configuração atualizados e demais registros armazenados e a mudança pode ser dada como encerrada; e,

b) “Mudança Reprovada”, indica que um dos aprovadores da mudança rejeitou explicitamente a RDM.

VI - Cancelamento, cujo status é “Mudança cancelada”, ocorre quando:

a) A mudança perdeu o objeto, por exemplo, em razão da tempestividade;

b) Ocorrer falta de recursos, sem previsão de obtê-los;

c) A mudança foi aceita, mas não foi planejada;

d) Ocorrer erro administrativo ou inconsistência no controle, por exemplo, na abertura de duas requisições para a mesma finalidade;

e) A mudança conflitar com outras mudanças; e

f) A pedido das áreas de negócio, nos casos pertinentes.

10.3. A qualquer momento, a mudança pode ser colocada no status “suspensa”, quando for uma situação momentânea, voltando posteriormente a seguir o fluxo normal do processo.

11. MUDANÇAS FECHADAS

11.1. Os resultados do estado da “Mudança Fechada” são:

I - “Com Sucesso”, quando a Revisão Pós-Implementação foi concluída e validada pelo solicitante, lições aprendidas registradas, itens de configuração atualizados e demais registros armazenados e a mudança pode ser dada como encerrada;

II - “Com Impacto por Estouro do Prazo de Execução”, quando a mudança estourou o tempo solicitado para janela de execução, mas foi realizada;

III - “Com Impacto por mudança de Escopo”, quando a mudança apresentou impacto devido a alteração no escopo planejado, mas foi realizada;

IV - “Com Impacto por alteração do horário da janela”, quando a mudança apresentou impacto, pois houve alteração no horário da janela de execução, mas foi realizada;

V - “Com Impacto por alterações no Planejamento Inicial”, quando a mudança foi realizada, mas apresentou impacto, em razão de alteração no planejamento inicial; e

VI - “Com rollback”, quando o objetivo final não foi alcançado e a mudança apresentou falha. O Plano de Rollback foi invocado e executado.

12. MUDANÇAS REPROVADAS

12.1. As mudanças podem ser reprovadas pelo Gerente de Mudança, em razão de:

I - Insuficiência de dados, quando a reprovação da RDM ocorre na hipótese de os dados obtidos não serem suficientes para a sua execução;

II - Grupo técnico emitir parecer com discordância quanto à necessidade/viabilidade da mudança; e

III - Discordância em relação ao GTM e entendimento de que a mudança não deve ocorrer.

13. NATUREZA DA MUDANÇA

13.1. As mudanças são classificadas com base na sua natureza em:

I - “Serviço Novo”, visa atender uma nova necessidade de negócio. Podem dar causa à referida natureza, novas demandas do negócio e requisições de serviço da TI que demandam novos projetos;

II - “Preventiva”, visa identificar ou prevenir falhas, antes que elas se manifestem. Possui natureza proativa. São gatilhos para mudanças desta natureza: estudos técnicos, resultados de testes ou auditorias e otimização do serviço decorrente de melhoria contínua;

III - “Corretiva”, quando as alterações no ambiente não atendem aos requisitos inicialmente definidos ou apresentam falhas em sua execução, precisando ser corrigidas. São identificadas a partir de incidentes ou requisições que relatam o erro ou a inconsistência com o negócio. Possui natureza reativa e tem como gatilho: incidentes, problemas ou requisições de serviços que relatam falhas ou não atendimento aos requisitos de negócio;

IV - “Evolutiva”, quando ocorrem mudanças nos requisitos de negócio ou necessidade de melhoria nos serviços de TI ou outros itens de configuração; e

V - “Desativação”, quando existe a necessidade de desativar um serviço de TI e/ou de seus ativos.

14. MATRIZ RACI DO PROCESSO DE GERENCIAMENTO DE MUDANÇAS

14.1 A matriz RACI é uma ferramenta de gestão para definição de responsabilidades para os membros de uma equipe. No caso concreto, segrega as responsabilidades entre os papéis que atuam no Processo de Gerenciamento de Mudança. As responsabilidades do Processo em questão estão distribuídas conforme Anexo I deste documento.

15. LISTA DE ANEXOS

15.1. Segue abaixo a lista de anexos ao presente procedimento:

I - Anexo I – Matriz RACI;

II - Anexo II - Macrofluxo do Processo de Gerenciamento de Mudança;

III -  Anexo III - Elementos utilizados para o mapeamento do Processo de Gerenciamento de Mudanças, presente no Anexo II;

IV - Anexo IV - Mapeamento do Processo de Mudança Padrão e ficha com atividades realizadas no processo;

V - Anexo V - Mapeamento do Processo de Mudança Normal e fichas com atividades realizadas no processo;

VI - Anexo VI - Mapeamento do Processo de Mudança Emergencial e fichas com atividades realizadas no processo; e

VII - Anexo VII - Indicadores e Metas do Processo de Gerenciamento de Mudanças.

 

Anexo I

Matriz RACI

ATIVIDADES

DONO DO PROCESSO (Gerente da GIMR)

GERENTE DE MUDANÇA

ANALISTA DO PROCESSO (Apoio da terceirizada)

GERENTE DE CONFIGURAÇÃO  

LÍDER DA MUDANÇA

GRUPO TÉCNICO DE MUDANÇA – GTM

TÉCNICO EXECUTOR

REQUISITANTE

Atualizar registros associados aos ICs

 

A/I

C

R

C/I

 

C/I

 

Aferir os indicadores de desempenho do processo

I

A/R

C/I

C/I

C/I

I

C/I

 

Aprovar a execução da mudança

 

A/R

 

 

C/I

C/I

I

C/I

Acompanhar a qualidade do atendimento dos chamados para abertura de Requisição de Mudança

 

C/I

A/R

C/I

C/I

 

 

C/I

Acionar o líder da mudança

 

I

I

 

I

 

A/R

 

Analisar a situação

 

I

I

 

A/R

 

C/I

 

Apoiar as equipes envolvidas no processo de mudanças

 

C/I

A/R

 

 

 

 

 

Apoiar o Gerente de Mudança na condução do Grupo Técnico de Mudança

 

C/I

A/R

 

 

 

C/I

 

Autorizar o planejamento das mudanças

 

A/R

 

 

C/I

 

C/I

 

Avaliar e pré-aprovar todas as Requisições de Mudanças registradas

 

A/R

C/I

I

C/I

 

C/I

C/I

Buscar as aprovações com os gestores de TI e de negócio

 

C/I

 

 

A/R

C/I

C/I

 

Calcular e publicar os indicadores das mudanças

I

A/R

C

I

I

I

 

 

Convocar as reuniões do GTM

 

A/R

C/I

 

C/I

C/I

C/I

 

Continuar a execução da mudança

 

I

I

 

C/I

 

A/R

 

Coordenar a execução dos registros das mudanças

 

A/R

 

 

C/I/A

 

C/I

 

Coordenar a execução de Requisição de Mudança autorizada

 

I

 

I

A/R

 

C

 

Coordenar o GTM

I

A/R

C/I

I

I

I

I

 

Comunicar ao Líder da Mudança sobre a execução das atividades planejadas

 

I

 

 

I

 

R/C

 

Comunicar ao Gerente de Mudança sobre o sucesso ou falha da mudança e a necessidade da execução do Plano de Rollback

 

I

 

 

A/R

 

C

 

Convocar os envolvidos nas mudanças para as reuniões técnicas, quando necessário

 

 

 

I

A/R

 

C

C

Comunicar as decisões das autoridades de mudança às partes envolvidas

 

C

A/R

I

I

I

I

I

Cooperar com o Líder da Mudança durante o planejamento da Requisição de Mudança

 

 

 

 

C/I

 

 

A/R

Definir e acordar o mapa de mudanças

 

A/R

C/I

I

C/I

 

C/I

C/I

Definir os envolvidos nas mudanças, para que recebam as notificações pertinentes

 

I

I

I

A/R

I

I

I

Deliberar sobre a alocação de recursos no processo

A/R

C/I

 

 

 

 

 

 

Deliberar sobre a visão e os objetivos de negócio do processo

A/R

C/I

 

 

 

 

 

 

Definir o Líder da Mudança

 

A/R

I

 

C/I

I

 

I

Demais atividades de apoio ao processo de gerenciamento de mudanças

 

C

A/R

 

 

 

 

 

Desenhar e gerenciar a Mudança, melhoria contínua do processo e suas métricas

C/I

A/R

I

I

I

I

I

I

Executar as atividades do cronograma, dos planos técnicos, de Rollback e de testes

 

A

 

 

I/A

 

A/R

I

Elaborar e divulgar relatórios de desempenho da execução do processo

I

I

A/R

I

I

I

I

 

Fechar a Mudança

 

A/R

I

 

C/I

I

C/I

C/I

Fornecer respostas necessárias para validação dos efeitos da mudança

 

I

I

I

I

I

 

A/R

Garantir a publicação do mapa de mudanças e indisponibilidade de serviços

 

A/R

I

I

I

I

I

I

Garantir que as mudanças foram devidamente documentadas

 

A/R

C/I

C/I

C/I

 

C/I

C/I

Garantir que os riscos identificados nas mudanças possuem a consistência e respostas alcançáveis

 

I

I

 

A/R

 

C/I

 

Garantir que as Requisições de Mudança sejam registradas

 

A/R

C/I

 

 

 

 

C/I

Garantir que o histórico do chat da ferramenta de ITSM seja consultado, servindo como ATA

 

A/R

 

 

 

 

 

 

Garantir que os membros do GTM recebam as notificações sobre o andamento e a necessidade de sua atuação, bem como dos registros das deliberações das RDMs sob sua responsabilidade

 

A/R

 

 

 

 

 

 

Identificar atividades ou etapas do processo que estão interferindo na velocidade exigida pelo negócio e propor melhorias

C/I

A/R

C/I

C/I

C/I

C/I

C/I

C/I

Identificar todos os envolvidos tecnicamente e negocialmente com a mudança

 

I

C/I

 

R

 

C

C

Monitorar a execução do processo de mudança

I

A/R

C/I

C/I

C/I

I

C/I

C/I

Planejar as mudanças e desenvolver o Plano de Rollback

 

A/I

I

 

R

 

C

C/I

Promover a comunicação com os fornecedores e parceiros da ANATEL

 

A/I

 

 

R

 

C/I

 

Priorizar as Requisições de Mudança

 

A/R

I

I

I

I

I

I

Promover ações de melhoria do processo

C

A/R

 

 

C

 

 

 

Prover os recursos para o funcionamento do processo

A/R

C/I

 

 

 

 

 

 

Promover campanhas de divulgação do processo, por meios, como: portais, folders, e-mail, palestras e capacitação dos envolvidos no processo

C/I

A/R

I

I

I

I

I

I

Patrocinar a melhoria contínua do processo e das suas métricas

A/R

C/I

 

 

 

 

 

 

Publicar o mapa de mudanças

 

A/R

 

 

C/I

I

I

I

Realizar a revisão pós-implementação

 

A/R

C

 

C

I

C

C

Registrar as Requisições de Mudanças

 

A/C

C

 

C

 

 

R

Reportar os resultados do processo

I

A/R

 

 

C

 

 

 

Responder pelos resultados do processo

C

A/R

 

 

 

 

 

 

Revisar a Requisição de Mudanças

 

A/R

 

 

I

 

 

C

Relacionar os itens de configuração impactados na mudança

 

I

 

A

A/R

 

C/I

 

Realizar as considerações

 

A/R/I

I

 

A/R

 

C/I

I

Sugerir modelos, padrões e critérios para dar celeridade ao processo, mantendo o nível de controle adequado

C/I

A/R

C/I

C/I

C/I

C/I

C/I

I

Supervisionar o uso das políticas de mudança e promover o uso correto do processo

I

A/R

I

I

I

I

I

I

Submeter e categorizar as Requisições de Mudança

 

I

I

 

A/R

 

C/I

C/I

Treinar os agentes do processo nos procedimentos e atividades

C/I

C

A/R

I

I

I

I

I

Garantir informações adicionais precisas às requisições de mudanças

I

I

A/R

I

I

I

I

I

Manter o ciclo de vida das mudanças na Ferramenta de Gerenciamento de Serviços de TI;

C

C

A/R

C

C

C

C

C

Sugerir alternativas de datas de execução para diminuir conflitos entre mudanças;

 

C/I

A/R

I

C/I

C/I

C/I

C/I

Apoiar o Líder de Mudança no levantamento das atividades, dos riscos e dos testes durante o planejamento das mudanças

 

C

C

C

C/I

 

A/R

C

 

Anexo II

Macrofluxo do Processo de Gerenciamento de Mudança

 

 

Objetivo:

Iniciar o macrofluxo do processo e os subprocessos do Gerenciamento de Mudança.

Início:

Os gatilhos para o processo são realizados principalmente pelo processo de Gerenciamento de Incidente, Problema, Melhoria Contínua, Configuração e Ativos de Serviços, Liberação e Implantação.

Entradas:

Requisição de Mudança e/ou Proposta de Mudança.

Saídas:

RDM’s reprovadas, canceladas, autorizadas e/ou concluídas.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Não existem tarefas a serem executadas.

Resultado da Atividade:

Subprocessos iniciados.

 

Anexo III

Elementos utilizados para o mapeamento do Processo de Gerenciamento de Mudanças

Anexo IV

Mapeamento do Subprocesso de Mudança Padrão

Ficha de Atividades do Subprocesso de Mudança Padrão

 

a) Registrar Requisições de Mudança

Objetivo:

Formalizar o registro da mudança e dar início ao seu atendimento.

Início:

Quando uma necessidade de negócio ou técnica demandar a execução de uma mudança no ambiente de TI.

Prazo:

Pode ser registrada a qualquer momento.

Entradas:

Cumprimento de Requisições;

Registro de incidentes;

Registro de problemas;

Identificar os itens de configuração afetados; e

Alguma necessidade de negócio ou técnica formalizada.

Saídas:

Requisição de Mudança registrada.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • Toda Requisição de Mudança deve ser formalmente registrada na Ferramenta de ITSM para receber o tratamento adequado. Quem realiza o registro da Requisição de Mudança é qualquer pessoa do corpo técnico especialista;

  • Caso a mudança tenha origem em uma requisição de serviço, registro de incidente ou registro de problema, o requisitante da mudança continua sendo um membro do corpo técnico que associará a origem à mudança;

  • Identificação e associação os registros de requisições, incidentes ou problemas que motivaram a mudança;

  • Descrição resumida da mudança;

  • Identificação do conjunto de ativos envolvidos;

  • Motivo da mudança; e

  • Proposta de Categorização.

Resultado da Atividade:

No registro, a Requisição de Mudança recebe um número de identificação e passa ter o status “Mudança Proposta”. As informações preenchidas são totalmente negociais identificando os serviços afetados, informando a necessidade da alteração e os ganhos esperados.

b) Analisar a Requisição de Mudança

Objetivo:

Analisar a consistência das informações da Mudança.

Início:

Após o Registro da Requisição de Mudança.

Prazo:

No máximo 24 horas úteis após o registro da RDM.

Entradas:

Requisição de Mudança (RDM).

Saídas:

Uma RDM com informações consistentes e com qualidade para o processo.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • Verifica se os requisitos da mudança estão coerentes e claros no registro de mudança. Analisa se a qualidade das informações é a necessária para o sucesso do rito da mudança. Assim, são evitados erros comuns como omissão de informações, falta de relacionamentos com outras mudanças, escopo sem clareza, classificação da mudança etc; e

  • A classificação da mudança informada pelo requisitante é analisada de acordo com a natureza, impacto, urgência e prioridade da mudança. Caso a classificação esteja incorreta, a mesma poderá ser reclassificada.

Resultado da Atividade:

Com a análise bem executada o registro poderá assumir o status de “Mudança Aprovada”.

c) Aplicar ajustes

Objetivo:

Aplicar ajustes para garantir a consistência das informações da RDM.

Início:

Após analisar a RDM.

Prazo:

Deve ser concluído o mais breve possível.

Entradas:

Solicitação de ajustes e ou alterações das informações da Mudança.

Saídas:

Uma RDM com o mínimo de informações consistentes e qualidade para o processo.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • Aplicar os ajustes solicitados garantindo que os requisitos mínimos da mudança estão coerentes e claros no registro de mudança; e

  • Assim, evita-se o retrabalho e garante a fluidez etc.

Resultado da Atividade:

Com os ajustes aplicados o registro poderá seguir para aprovação.

d) Autorizar a Mudança

Objetivo:

Autorizar a execução da mudança.

Início:

Após análise da mudança.

Prazo:

No máximo 24 horas úteis após a análise da mudança.

Entradas:

Requisição de Mudanças - RDM.

Saídas:

Uma RDM autorizada para execução.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

A Gestão de TI analisará negocialmente a necessidade e ganhos da mudança. Vários fatores são levados em consideração: períodos críticos de serviços, questões negociais e, principalmente, políticas.

Resultado da Atividade:

O patrocínio para execução da mudança com alteração de status para “Mudança Aprovada”.

e) Executar a Mudança

Objetivo:

Executar a mudança (implementação).

Início:

Após autorização da mudança.

Entradas:

Requisição de Mudanças aprovada pelo Gerente de Mudança ou Líder da Mudança.

Saídas:

Resultado da implementação.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • A execução da mudança será dividida em quatro momentos:

    • Atividades preparatórias - São atividades que devem ser executadas previamente à janela de manutenção para criar as condições necessárias para execução da mudança e de rollback. Essas atividades não podem causar qualquer tipo de agressão aos serviços. Caso haja qualquer problema a mudança poderá ser abortada;

    • Atividades técnicas - São atividades necessárias para garantir o objetivo da mudança;

    • Atividades de Validação - Momento em que é executado o Plano de Teste que indicará se a mudança teve sucesso ou não; e

    • As atividades de Rollback. Serão executadas caso haja falha durante a execução ou se houver reprovação no Plano de Testes.

  • O Líder da mudança deve seguir exatamente o planejado. Cada etapa do cronograma de atividades deve ser seguida na ordem preestabelecida e com os respectivos técnicos executores. O registro da mudança na ferramenta de ITSM deve ser atualizado em tempo real de acordo com a atuação dos profissionais envolvidos; e

  • O Líder da mudança dever estar atendo à janela de execução da mudança. Dentre outros motivos, em razão do Plano de Testes e/ou Rollback ser executado dentro da mesma.

Resultado da Atividade:

Ao final da implementação o Líder da mudança terá todos os insumos para a próxima fase do Processo de Mudança e o status da mudança passa para “Concluído”.

f) Realizar a RPI

Objetivo:

Revisar a mudança após a sua implementação.

Início:

Após a conclusão da implementação.

Prazo:

Deve ser feito imediatamente após a execução da mudança.

Entradas:

Resultado da implementação.

Saídas:

Verificação do sucesso ou não da realização da mudança e atualização dos registros associados.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Etapa executada pelo Gerente de mudança e o Líder da Mudança que apontará como a implementação da mudança ocorreu, citando as anomalias durante a execução, ou seja, tudo aquilo que ocorreu fora do planejado deve ser apontado e registrado como lição aprendida para mudanças futuras. O documento de Revisão Pós-implementação – RPI deve ser preenchido na ferramenta de ITSM.

Resultado da Atividade:

A Revisão Pós-implementação totalmente preenchida e alteração do status da mudança para “Atualização de registros associados”.

g) Atualizar Registros Associados

Objetivo:

Realizar a atualização de registros e informações alteradas pela mudança.

Início:

Após a Revisão Pós-Implementação - RPI.

Prazo:

Dever ser iniciada imediatamente após a elaboração da RPI.

Entradas:

Documento de Revisão Pós-implementação.

Saídas:

Itens de configuração atualizados.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Caso a mudança seja considerada bem-sucedida, os registros associados com a Requisição de Mudança devem ser atualizados para refletir as alterações executadas. O procedimento deve ser automático, assim, os respectivos chamados seguirão seus processos de solução. Sem a automação, o Gerenciamento de Configuração é o responsável por informar a execução da tarefa.

Resultado da Atividade:

Uma requisição ou tarefa deve ser aberta automaticamente para o Gerenciamento de Ativos e Configuração, solicitando a auditoria dos itens de configuração para garantir que os ICs foram atualizados. A mudança não pode ser fechada sem a atualização dos itens de configuração envolvidos e tem seu status mantido como “Atualização de registros associados”.

h) Auditar os ICs atualizados

Objetivo:

Garantir a atualização de registros e informações alteradas pela mudança.

Início:

Após Atualizar Registros Associados.

Prazo:

Dever ser iniciada imediatamente após Atualizar Registros Associados.

Entradas:

Atualizar Registros Associados.

Saídas:

Itens de configuração atualizados; e

Incidentes, problemas e requisições atualizados.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Caso a automação de Atualização de Registros Associados seja considerada malsucedida, os registros associados com a Requisição de Mudança devem ser atualizados pelo Gerente de Configuração que é o responsável por informar a execução da tarefa.

Resultado da Atividade:

Um comunicado deve ser encaminhado ao Gerente de Mudanças, informando que a auditoria dos ICs foi concluída e que a mudança pode ser fechada.

A mudança deve ter o status alterado para “Em fechamento”.

i) Fechar a Mudança

Objetivo:

Realizar o fechamento da mudança.

Início:

Após auditoria dos ICs atualizados.

Prazo:

Dever ser iniciada imediatamente após Auditoria dos ICs.

Entradas:

Auditoria realizada.

Saídas:

Mudança fechada

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Com todas as informações devidamente inseridas na mudança, o gerente de mudanças deve fechá-la com o status “Mudança Fechada”.

Resultado da Atividade:

Mudança fechada.

Um comunicado deve ser encaminhado aos atendentes dos chamados relacionados, informando que a mudança foi concluída e que o atendimento do chamado, associado à mudança em questão, deve ser retomado.

A mudança tem seu status alterado para “Mudança Fechada”.

 

Anexo V

Mapeamento do Subprocesso de Mudança Normal

 

 

Ficha de Atividades do Subprocesso de Mudança Normal

j) Registrar Requisição de Mudança Normal

Objetivo:

Formalizar o registro da requisição de mudança.

Início:

Quando uma necessidade de negócio ou técnica demandar a execução de uma mudança no ambiente de TI.

Prazo:

Pode ser registrada a qualquer momento.

Entradas:

Cumprimento de Requisições;

Registro de incidentes;

Registro de problemas;

Identificar os itens de configuração afetados; e

Alguma necessidade de negócio ou técnica formalizada.

Saídas:

Requisição de Mudança registrada.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • Toda Requisição de Mudança deve ser formalmente registrada na Ferramenta de ITSM institucional para receber o tratamento adequado. Quem realiza o registro da Requisição de Mudança é qualquer pessoa do corpo técnico especialista;

  • Caso a mudança tenha origem em uma requisição de serviço, registro de incidente ou registro de problema, o requisitante da mudança continua sendo um membro do corpo técnico que associará a origem à mudança;

  • Identificação e associação dos registros de requisições, incidentes ou problemas que motivaram a mudança;

  • Descrição resumida da mudança;

  • Identificação do conjunto de ativos envolvidos;

  • Motivo da mudança; e

  • Proposta de Categorização.

Resultado da Atividade:

No registro, a Requisição de Mudança recebe um número de identificação e passa ter o status “Mudança Proposta”. As informações preenchidas são totalmente negociais, identificando os serviços afetados, informando a necessidade da alteração e os ganhos esperados.

k) Analisar a Requisição de Mudança

Objetivo:

Analisar a consistência das informações da Mudança.

Início:

Após o Registro da Requisição de Mudança.

Prazo:

No máximo 24 horas úteis após o registro da requisição de mudança.

Entradas:

Requisição de Mudança (RDM).

Saídas:

Uma RDM com informações consistentes e com qualidade para o processo.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • Verifica se os requisitos da mudança estão coerentes e claros no registro de mudança. Analisa se a qualidade das informações é a necessária para o sucesso do rito da mudança. Assim, são evitados erros comuns como omissão de informações, falta de relacionamentos com outras mudanças, escopo sem clareza, classificação da mudança, etc; e

  • A classificação da mudança informada pelo requisitante é analisada de acordo com a natureza e prioridade da mudança. Caso a classificação esteja incorreta, a mesma poderá ser reclassificada.

Resultado da Atividade:

Com o planejamento bem executado o registro poderá assumir o status de “Em planejamento”.

l) Aplicar ajustes

Objetivo:

Aplicar ajustes para garantir a consistência das informações da Mudança.

Início:

Após a elaboração da análise da requisição da mudança.

Prazo:

Deve ser concluído o mais breve possível.

Entradas:

Solicitação de ajustes e ou alterações das informações da Mudança.

Saídas:

Uma RDM com o mínimo de informações consistentes e qualidade para o processo.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Aplicar os ajustes solicitados, garantindo que os requisitos mínimos da mudança estão coerentes e claros no registro de mudança. Assim, evita-se o retrabalho e garante a fluidez, etc.

Resultado da Atividade:

Com os ajustes aplicados o registro poderá seguir para aprovação.

m) Autorizar o Planejamento da Requisição de Mudança

Objetivo:

Autorizar o planejamento da requisição de mudança.

Início:

Após a análise da mudança.

Prazo:

No máximo 24 horas úteis após a análise da mudança.

Entradas:

Requisição de Mudança (RDM).

Saídas:

RDM autorizada para o planejamento.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

O Gerente de Mudança analisará negocialmente a necessidade e ganhos da mudança. Vários fatores são levados em consideração: períodos críticos de serviços e questões negociais.

Resultado da Atividade:

Autorização para se iniciar o planejamento para execução da mudança com alteração de status para “Planejamento em Andamento”.

n) Planejar a RDM

Objetivo:

Realizar todo o planejamento da requisição de mudança.

Início:

Aprovação pelo Gerente de Mudança.

Prazo:

Dever ser concluído antes do envio para análise da mudança.

Entradas:

Requisição de Mudança autorizada pelo Gerente de Mudança.

Saídas:

  • Planejamento da Mudança – Todas as atividades que serão executadas durante a mudança contemplando a duração e seus executores;

  • Identificação e categorização dos Riscos – Identificar o risco de cada atividade da mudança, sempre apontando a resposta para o respectivo risco;

  • Definição de todos os recursos envolvidos na mudança – Listar todos os recursos envolvidos na mudança (servidores, terceirizados e fornecedores);

  • Identificação da janela de execução da mudança – O tempo de duração de execução de uma mudança deve contemplar a execução de rollback e testes de homologação da mudança;

  • Rollback – Listar todas as ações que serão necessárias para retornar à linha de base da configuração; e

  • Plano de Testes – Apontar todos os testes necessários para aprovação da mudança no caso de sucesso e os testes necessários em caso de execução do Plano de Rollback.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Líder da Mudança é o responsável por convocar e supervisionar todos os envolvidos nessa etapa. Nesse momento são executadas as reuniões técnicas com os especialistas que executarão a mudança. Estes são responsáveis em fornecer insumos para o Líder da Mudança produzir o planejamento adequado; e

  • O Líder da Mudança tem o dever de manter atualizado o Gerente de Mudança.

Resultado da Atividade:

Planejamento da mudança realizado. O status após este momento será “Em planejamento”.

o) Suspender requisição de mudança

Objetivo: 

Suspender a requisição de mudança. 

Início: 

Durante o planejamento da mudança ou do GTM. 

Prazo: 

Não tem. Sempre que necessário. 

Entradas: 

Planejamento da Mudança ou durante do GTM. 

Saídas: 

Mudança foi momentaneamente suspensa. 

Descrição das tarefas e fluxos de informação: 

O Líder da Mudança ou o GTM analisará negocialmente e tecnicamente a mudança. Vários fatores são levados em consideração, como: questões negociais. Nos casos necessários, a mudança pode ser suspensa momentaneamente. 

Resultado da Atividade: 

Mudança de estado para “Mudança Suspensa”. 

p) Analisar o Planejamento da Mudança

Objetivo:

Realizar a análise do planejamento da mudança.

Início:

Após a elaboração do Planejamento da Mudança.

Prazo:

Antes da entrada no GTM.

Entradas:

Requisição de Mudança planejada pelo Líder da Mudança.

Saídas:

  • Revisão do Planejamento da Mudança – Garantir que todas as atividades que serão executadas durante a mudança contemplem a duração e seus executores;

  • Revisão da identificação e categorização dos Riscos – Garantir que o risco de cada atividade da mudança foi devidamente identificado e que as respostas para o respectivo risco foram devidamente apontadas;

  • Revisão da definição de todos os recursos envolvidos na mudança – Garantir que todos os envolvidos na mudança (servidores, terceirizados e fornecedores) foram devidamente listados;

  • Revisão da identificação da janela de execução da mudança – Garantir que o tempo de duração de execução de uma mudança contempla a execução de rollback e testes de homologação da mudança;

  • Revisão do Rollback – Garantir que todas as ações que serão necessárias para retornar à linha de base da configuração foram listadas; e

  • Revisão do Plano de Testes – Garantir que todos os testes necessários para aprovação da mudança no caso de sucesso e os testes necessários em caso de execução do Plano de Rollback foram devidamente listados.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Gerente de Mudança é o responsável por revisar o planejamento da mudança e se necessário, retornará a requisição de mudança para o Líder da Mudança e solicitará ajustes; e

  • O Líder da Mudança tem o dever de sanar as inconsistências apontadas pelo Gerente de Mudança e de mantê-lo atualizado.

Resultado da Atividade:

Planejamento completo e adequado.

q) Autorizar a entrada no GTM

Objetivo:

Autorizar a entrada do planejamento da mudança no GTM para deliberação.

Início:

Após a revisão do Planejamento da Mudança.

Prazo:

Deve ser concluído antes de ir para o GTM aprovar.

Entradas:

Requisição de Mudança devidamente planejada.

Saídas:

RDM autorizada para avaliação do GTM.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Autoriza a RDM para permitir que seja avaliada pelo GTM;

Resultado da Atividade:

Com a liberação da mudança para a avaliação do grupo técnico, ela segue para o status de “Em Fila para Aprovação”.

r) Deliberar a execução da Mudança

Objetivo:

Deliberar a execução da mudança.

Início:

Após a autorização do planejamento da mudança para entrada no GTM.

Prazo:

A aprovação precisa ser realizada antes da data prevista para execução da mudança.

Entradas:

RDM com eventual complementação da Requisição de Mudança (RDM).

Saídas:

RDM aprovada para execução, reprovada, suspensa ou aprovada com ressalvas.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Nesse momento é convocado o Grupo Técnico de Mudança (GTM).

Esse Grupo deverá:

  • Ratificar que o fluxo de mudança foi seguido devidamente;

  • Apoiar a decisão do gerente quanto a RDM em questão, com o envolvimento dos representantes das áreas necessárias da TI;

  • Alinhar estrategicamente os riscos informados;

  • Os membros do grupo técnico devem avaliar do ponto de vista técnico e de negócio todas as informações contidas na mudança, recomendando o encaminhamento da mudança ao Gerente de Mudança; e

  • O Gerente de Mudança proferirá sua decisão de forma fundamentada.

Resultado da Atividade:

Com a aprovação da mudança pelo Gerente de Mudança, ela segue para o status de “Mudança Aprovada” ou “Mudança Aprovada com Ressalva”. Em caso de aprovação com ressalva, o Líder da Mudança deve garantir que os ajustes sejam realizados pelo GTM e o Gerente de Mudança deve monitorar estes ajustes e impedir que a mudança seja executada se as ressalvas não forem sanadas. Em caso de reprovação da mudança, ela deverá assumir o status “Mudança Reprovada”. Por fim, a mudança poderá assumir o status “Mudança Suspensa”.

s) Suspender requisição de mudança

Objetivo: 

Suspender a requisição de mudança. 

Início: 

Durante o planejamento da mudança ou do GTM. 

Prazo: 

Não tem. Sempre que necessário. 

Entradas: 

Planejamento da Mudança ou durante o GTM. 

Saídas: 

Mudança foi momentaneamente suspensa. 

Descrição das tarefas e fluxos de informação: 

O Líder da Mudança ou o GTM analisará negocialmente e tecnicamente a mudança. Vários fatores são levados em consideração, como: questões negociais. Nos casos necessários, a mudança pode ser suspensa momentaneamente. 

Resultado da Atividade: 

Mudança de estado para “Mudança Suspensa”. 

t) Solicitar ajustes

Objetivo:

Propor ajustes na RDM para garantir a consistência das informações da Mudança.

Início:

Após a deliberação da execução da Mudança.

Prazo:

Deve ser concluído antes da execução da mudança.

Entradas:

Mudança Aprovada com Ressalva.

Saídas:

Possíveis ajustes nas informações da RDM.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Solicitar ajustes para garantir que os requisitos da mudança estejam coerentes e claros no registro de mudança.

Resultado da Atividade:

O Gerente de Mudança deve apontar os possíveis ajustes através de uma nota e enviar a RDM para o Líder da Mudança.

u) Sanar pendências

Objetivo:

Aplicar ajustes na RDM para garantir a consistência das informações da Mudança.

Início:

Após a solicitação de ajustes na mudança.

Prazo:  

Deve ser concluído antes da execução da mudança.

Entradas:

Solicitação de ajustes das informações da Mudança.

Saídas:

Uma RDM com informações consistentes e qualidade para o processo.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Aplicar os ajustes solicitados, garantindo que os requisitos da mudança estejam coerentes e claros no registro de mudança.

Resultado da Atividade:

Com os ajustes aplicados, o registro poderá seguir para monitoração da correção das pendências pelo Gerente de Mudança.

v) Monitorar as correções das pendências

Objetivo:

Garantir que os ajustes solicitados na RDM sejam aplicados antes da execução da Mudança.

Início:

Após saneamento das pendências da mudança.

Prazo: 

Deve ser executado antes da execução da mudança.

Entradas:

Pendências das informações da Mudança sanadas.

Saídas:

Uma RDM com informações consistentes e apta para execução.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • Garantir que os requisitos mínimos da mudança estão coerentes e claros no registro de mudança; e

  • Garantir que todos os ajustes solicitados serão aplicados antes da execução da mudança.

Resultado da Atividade:

Com os ajustes aplicados o registro poderá seguir para execução conforme o seu planejamento.

w) Executar a Requisição de Mudança

Objetivo:

Executar a mudança (implementação).

Início:

Após aprovação do Grupo.

Entradas:

Requisição de Mudança (RDM) aprovada pelo GTM.

Saídas:

Planejamento da mudança executado.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • A execução da mudança será dividida em quatro momentos:

    • Atividades preparatórias;

    • São atividades que devem ser executadas previamente à janela de manutenção para criar as condições necessárias para execução da mudança e do Rollback. Essas atividades não podem causar qualquer tipo de agressão a serviços. Caso haja qualquer problema a mudança poderá ser abortada;

    • Atividades técnicas;

    • São atividades necessárias para garantir o objetivo da mudança;

    • Atividades de Validação;

    • Momento em que é executado o Plano de Teste que indicará se a mudança teve sucesso ou não; e

    • A atividades de Rollback, serão executadas caso haja falha durante a execução ou se houver reprovação no Plano de Testes.

  • O Líder da mudança deve seguir exatamente o planejado. Cada etapa do cronograma de atividades deve ser seguida na ordem preestabelecida e com os respectivos técnicos executores. O registro da mudança na ferramenta de ITSM deve ser atualizado em tempo real de acordo com a atuação dos profissionais envolvidos; e

  • O Líder da mudança dever estar atendo à janela de execução da mudança, dentre outros motivos, pelo fato do Plano de Testes e Rollback serem executados dentro da mesma.

Resultado da Atividade:

Ao final da implementação o Líder da mudança terá todos os insumos para a próxima fase do Processo de Mudança e o status da mudança passa para “Concluída”.

x) Acionar o líder da mudança

Objetivo:

Garantir a integridade e o sucesso do processo de gerenciamento de mudança.

Início:

Durante a execução da mudança.

Prazo:

Dever ser iniciada imediatamente após identificar problemas durante a execução da mudança.

Entradas:

Informações da mudança em curso.

Saídas:

 Líder acionado para realização de análise.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Líder da mudança deve ser acionado sempre que o Técnico Executor identificar:

    • Possíveis impactos na janela de execução da mudança;

    • Possíveis falhas ou desvios do planejamento da mudança;

    • Falha no Plano de Teste; e

    • Falhas ou ausência das atividades preparatórias.

  • O Técnico Executor dever estar atento a qualquer anomalia que possa vir a impactar negativamente o sucesso da mudança e caso identifique, deve acionar o Lider da Mudança e informá-lo com todos os detalhes possíveis da situação.

Resultado da Atividade:

Com o acionamento do Líder da Mudança, todos as tarefas do planejamento deverão ser imediatamente interrompidas e o Técnico Executor deverá aguardar o resultado da análise da situação que poderá vir do Líder da Mudança ou do Gerente da Mudança e adotar as orientações que eles venham fazer.

A mudança deve permanecer no statusMudança em Execução”.

y) Analisar a situação

Objetivo:

Analisar a situação reportada pelo Técnico Executor ou pelo Líder da Mudança.

Início:

Após o acionamento do Técnico Executor ou do Líder da Mudança.

Prazo:

Dever ser iniciada imediatamente após o acionamento do Líder da Mudança e antes de realização das considerações.

Entradas:

Acionamento do Técnico Executor ou do Líder da Mudança.

Saídas:

Autorização para executar o Plano de Rollback ou continuar a execução da mudança.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • Analisar os motivos do acionamento feito pelo Técnico Executor ou pelo Líder da Mudança e se a situação reportada pode:

    • Impactar a janela de execução da mudança;

    • Provocar falhas ou desvios no planejamento da mudança;

    • Impactar na execução do Plano de Teste; e

    • Indicar ausência das atividades preparatórias.

Resultado da Atividade:

Com a análise bem executada o Líder da mudança ou o Gerente de Mudança pode determinar a execução do Plano de Rollback ou determinar a Continuidade da Execução da mudança.

z) Realizar as considerações

Objetivo:

Realizar as considerações após analisar a situação.

Início:

Após à análise da situação solicitada.

Prazo:

Dever ser iniciada antes do acionamento do Plano de Rollback ou da continuidade da execução da mudança.

Entradas:

Análise da Situação.

Saídas:

Considerações em relação à autorização para continuar a execução da mudança ou para acionamento do plano de rollback.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

O Líder da Mudança ou o Gerente da Mudança deve inserir na RDM as justificativas que embasam a decisão de continuar com a execução da mudança ou acionamento do plano de rollback.

Resultado da Atividade:

Com as justificativas o Técnico Executor dará prosseguimento à decisão tomada.

 aa) Comunicar a decisão aos stakeholders

Objetivo:

Comunicar a decisão aos stakeholders

Início:

Após à análise da situação ou depois eu o Gerente de Mudança realizar as suas considerações

Prazo:

Dever ser iniciada imediatamente após à análise da situação ou depois das considerações do Gerente de Mudança.

Entradas:

Análise da Situação ou depois das considerações do Gerente de Mudança.

Saídas:

Comunicar a decisão de execução do Plano de Rollback para os stakeholders

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Comunicar a decisão de execução do Plano de Rollback para os stakeholders para garantir a transparência do processo de mudança.

Resultado da Atividade:

Após a comunicação da decisão para os stakeholders, o Técnico executor deverá executar do Plano de Rollback.

ab) Continuar a execução da mudança

Objetivo:

Dar continuidade à execução da mudança.

Início:

Após a realização das considerações.

Prazo:

Dever ser iniciada imediatamente após a realização das considerações.

Entradas:

Decisão tomada na atividade “Realizar as considerações”.

Saídas:

Planejamento da mudança executada.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • A execução da mudança será retomada e:

    • O Técnico Executor dará prosseguimento à execução das atividades planejadas com base nas orientações do Líder da Mudança ou do Gerente da Mudança; e

    • O Líder da Mudança deve garantir a execução do planejado, com base nas considerações realizadas.

Resultado da Atividade:

Ao final da implementação, o Líder da mudança terá todos os insumos para a próxima fase do Processo de Mudança e o status da mudança passará para “Concluída”.

ac) Executar o Plano de Rollback

Objetivo:

Executar o plano de rollback.

Início:

Após a comunicação da decisão para os stakeholders.

Prazo:

Dever ser iniciada imediatamente após comunicação da decisão para os stakeholders.

Entradas:

Decisão tomada pelo Líder da Mudança ou pelo Gerente da Mudança.

Saídas:

Execução do Plano de Rollback.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Executar todas as ações listadas no Plano de Rollback durante a fase de planejamento da mudança, para retornar à linha de base da configuração.

Resultado da Atividade:

Ao final da execução do Plano de Rollback o Técnico Executor deverá alterar o status da mudança para “Concluída”.

ad) Realizar a RPI

Objetivo:

Revisar a mudança após a sua implementação.

Início:

Após a conclusão da implementação ou do plano de rollback.

Prazo:

Deve ser realizada imediatamente após a execução da mudança.

Entradas:

Resultado da implementação ou do rollback.

Saídas:

Verificação do (in)sucesso da realização da mudança.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Etapa executada pelo Gerente da Mudança, que apontará como a implementação da mudança ocorreu, citando as ocorrências observadas durante a execução. Tudo que ocorreu fora do planejado deve ser apontado e registrado como lição aprendida para mudanças futuras.

Resultado da Atividade:

A Revisão Pós-implementação realizada e alteração do status da mudança para “Atualização de registros associados”.

ae) Atualizar Registros Associados

Objetivo:

Realizar a atualização de registros e informações alteradas pela mudança.

Início:

Após a Revisão Pós-Implementação - RPI.

Prazo:

Dever ser iniciada imediatamente após a elaboração da RPI.

Entradas:

Documento de Revisão Pós-implementação.

Saídas:

Itens de configuração atualizados.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Caso a mudança seja considerada bem-sucedida, os registros associados com a Requisição de Mudança devem ser atualizados para refletir as alterações executadas. O procedimento deve ser automático, assim, os respectivos chamados seguirão seus processos de solução. Sem a automação, o Gerenciamento de Configuração é o responsável por informar a execução da tarefa.

Resultado da Atividade:

Uma requisição ou tarefa deve ser aberta automaticamente para o Gerenciamento de Ativos e Configuração, solicitando a auditoria dos itens de configuração para garantir que os ICs foram atualizados. A mudança não pode ser fechada sem a atualização dos itens de configuração envolvidos e tem seu status mantido como “Atualização de registros associados”

af) Auditar os ICs atualizados

Objetivo:

Garantir a atualização de registros e informações alteradas pela mudança.

Início:

Após Atualizar Registros Associados.

Prazo:

Dever ser iniciada imediatamente após Atualizar Registros Associados.

Entradas:

Atualizar Registros Associados.

Saídas:

Itens de configuração atualizados; e

Incidentes, problemas e requisições atualizados.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Caso a automação de Atualização de Registros Associados seja considerada malsucedida, os registros associados com a Requisição de Mudança devem ser atualizados pelo Gerente de Configuração que é o responsável por informar a execução da tarefa.

Resultado da Atividade:

Um comunicado deve ser encaminhado ao Gerente de Mudanças, informando que a auditoria dos ICs foi concluída e que a mudança pode ser fechada.

A mudança deve ter o status alterado para “Em fechamento”.

ag) Fechar a Mudança

Objetivo:

Realizar o fechamento da mudança.

Início:

Após auditoria dos ICs atualizados.

Prazo:

Dever ser iniciada imediatamente após Auditoria dos ICs.

Entradas:

Auditoria realizada.

Saídas:

Mudança fechada

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • Com todas as informações devidamente inseridas na mudança, o gerente de mudanças deve fechá-la com o status “Mudança Fechada”; e

  • Salienta-se que essa atividade é atribuída ao GTM, porém operacionalmente será executada pelo Gerente de Mudanças.

Resultado da Atividade:

Mudança fechada;

Um comunicado deve ser encaminhado aos atendentes dos chamados relacionados, informando que a mudança foi concluída e que o atendimento do chamado, associado à mudança em questão, deve ser retomado; e

A mudança tem seu status alterado para “Mudança Fechada”.

 

Anexo VI

Mapeamento do Subprocesso de Mudança Emergencial

 

Ficha de Atividades do Subprocesso de Mudança Padrão

ah) Registrar RDM

Objetivo:

Formalizar o registro da requisição de mudança.

Início:

Quando uma necessidade de negócio ou técnica demandar a execução de uma mudança no ambiente de TI.

Prazo:

Pode ser registrada a qualquer momento.

Entradas:

Cumprimento de Requisições;

Registro de incidentes;

Registro de problemas;

Identificar os itens de configuração afetados; e

Alguma necessidade de negócio ou técnica formalizada.

Saídas:

Requisição de Mudança registrada.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • Toda Requisição de Mudança deve ser formalmente registrada na Ferramenta de ITSM institucional para receber o tratamento adequado. Quem realiza o registro da Requisição de Mudança é qualquer pessoa do corpo técnico especialista;

  • Caso a mudança tenha origem em uma requisição de serviço, registro de incidente ou registro de problema, o requisitante da mudança continua sendo um membro do corpo técnico que associará a origem à mudança;

  • Identificação e associação dos registros de requisições, incidentes ou problemas que motivaram a mudança;

  • Descrição resumida da mudança;

  • Identificação do conjunto de ativos envolvidos;

  • Motivo da mudança; e

  • Proposta de Categorização.

Resultado da Atividade:

No registro, a Requisição de Mudança recebe um número de identificação e passa ter o status “Mudança Proposta”. As informações preenchidas são totalmente negociais, identificando os serviços afetados, informando a necessidade da alteração e os ganhos esperados.

ai) Analisar a RDM

Objetivo:

Analisar a consistência das informações da Requisição de Mudança.

Início:

Após o Registro da Requisição de Mudança.

Prazo:

No máximo 24 horas úteis após o registro da requisição de mudança.

Entradas:

Requisição de Mudança (RDM).

Saídas:

Uma RDM com informações consistentes e com qualidade para o processo.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Verifica se os requisitos mínimos da mudança estão coerentes e claros no registro de mudança. Analisa se não se caracteriza como uma mudança normal. Assim, são evitados erros comuns como omissão de informações, falta de relacionamentos com outras mudanças, escopo sem clareza, classificação da mudança, etc.

Resultado da Atividade:

Com a análise executada, o registro poderá seguir e o Grupo Técnico Mudança – GTM será acionado se a mudança for de alto impacto.

aj) Fechar a Mudança

Objetivo:

Realizar o fechamento da mudança.

Início:

Após a elaboração da análise requisição da mudança.

Prazo:

Pode ser iniciada após a análise da requisição da mudança.

Entradas:

Mudança rejeitada.

Saídas:

Mudança fechada.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Se durante a análise da requisição de mudanças o Gerente de Mudanças identificar que ela não faz parte do escopo do processo ou verificar eventuais desvios, a RDM deverá ser rejeitada.

Resultado da Atividade:

A mudança tem seu status alterado para “Mudança Fechada” com a resolução “Rejeitada”.

ak) Aplicar ajustes

Objetivo:

Aplicar ajustes para garantir a consistência das informações da Mudança.

Início:

Após a elaboração da análise requisição da mudança.

Prazo:

Deve ser concluído o mais breve possível.

Entradas:

Solicitação de ajustes e ou alterações das informações da Mudança.

Saídas:

Uma RDM com o mínimo de informações consistentes e qualidade para o processo.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Aplicar os ajustes solicitados, garantindo que os requisitos mínimos da mudança estão coerentes e claros no registro de mudança. Assim, evita-se o retrabalho e garante a fluidez, etc.

Resultado da Atividade:

Com os ajustes aplicados o registro poderá seguir para aprovação.

al) Convocar os envolvidos na mudança

Objetivo:

Identificar e convocar os envolvidos na mudança.

Início:

Após a análise da RDM e a não identificação de inconformidades.

Prazo:

Antes do planejamento da RDM pelo GTM.

Entradas:

RDM analisada.

Saídas:

Envolvidos no planejamento da RDM convocados.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Líder da Mudança deverá convocar os envolvidos necessários dentre os seguintes perfis:

    • Superintendente de Gestão Interna da Informação;

    • Gerente de Planejamento, Operação e Manutenção de Redes (GIMR);

    • Gerente de Planejamento, Desenvolvimento e Segurança de Sistemas (GIDS);

    • Gerente de Informações e Biblioteca (GIIB);

    • Gestores de TI necessários;

    • Representante indicado pelas demais Superintendências; e

    • Representantes de parceiros e fornecedores.

  • Salienta-se que o Gerente de Mudança e os Técnicos Executores sempre serão envolvidos.

Resultado da Atividade:

Os perfis necessários para o planejamento da RDM serão envolvidos e comunicados. Com o acionamento, a RDM seguirá para o planejamento.

am) Planejar a RDM

Objetivo:

Realizar o planejamento mínimo e suficiente da requisição de mudança.

Início:

Aprovação pelo Gerente de Mudança.

Prazo:

Dever ser concluído antes do envio para Aprovar a RDM para execução da mudança.

Entradas:

Requisição de Mudança autorizada pelo Gerente de Mudança.

Saídas:

  • Planejamento da Mudança – Atividades mínimas que serão executadas durante a mudança contemplando a duração e seus executores;

  • Identificação e categorização dos Riscos – Identificar o risco de cada atividade da mudança, sempre apontando a resposta para o respectivo risco;

  • Definição de todos os recursos envolvidos na mudança – Listar todos os recursos envolvidos na mudança (servidores, terceirizados e fornecedores);

  • Identificação da janela de execução da mudança – O tempo de duração de execução de uma mudança deve contemplar a execução de rollback e testes de homologação da mudança;

  • Rollback – Listar todas as ações que serão necessárias para retornar à linha de base da configuração; e

  • Plano de Testes – Apontar todos os testes necessários para aprovação da mudança no caso de sucesso e os testes necessários em caso de execução do Plano de Rollback.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Gerente da Mudança é o responsável por convocar e supervisionar todos os envolvidos nessa etapa. Nesse momento são executadas as reuniões técnicas emergenciais com os especialistas que executarão a mudança. Estes são responsáveis em fornecer insumos para o Gerente da Mudança produzir o planejamento mínimo adequado para garantir a sua execução bem-sucedida; e

  • O Gerente da Mudança tem o dever de manter atualizado o GTM.

Resultado da Atividade:

Planejamento mínimo da mudança realizado. A mudança poderá ser enviada para aprovação do GTM se a mudança for de alto impacto, caso contrário o Gerente de Mudança será o responsável pela aprovação ou não da mudança.

an)Fechar a Mudança

Objetivo:

Realizar o fechamento da mudança.

Início:

Durante ou após a elaboração do planejamento requisição da mudança.

Prazo:

Pode ser iniciada durante ou após o planejamento da requisição da mudança.

Entradas:

Planejamento da RDM.

Saídas:

Mudança cancelada.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Se durante ou após o planejamento da requisição de mudança, o Gerente de Mudanças identificar motivos para cancelar a sua execução, então a RDM deverá ser cancelada.

Resultado da Atividade:

A mudança tem seu status alterado para “Mudança Fechada” com a resolução “Cancelada”.

ao) Aprovar a RDM de alto impacto para Execução

Objetivo:

Aprovar a RDM para execução da mudança.

Início:

Após a elaboração do planejamento mínimo da RDM.

Prazo:

Antes da Execução da Mudança.

Entradas:

Requisição de Mudança (RDM) planejada.

Saídas:

RDM aprovada para execução.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Nesse momento é convocado o Grupo Técnico de Mudança - GTM.

Esse grupo técnico deverá:

  • Ratificar que o fluxo da mudança foi seguido devidamente;

  • Apoiar a aprovação e avaliação com o envolvimento dos representantes do GTM;

  • Alinhar estrategicamente os riscos informados;

  • Os membros do GTM devem avaliar do ponto de vista técnico e de negócio todas as informações contidas na RDM, recomendando aprovação ou reprovação da mudança ao Gerente de Mudança; e

  • O Gerente de Mudança aceitará ou rejeitará a mudança.

Resultado da Atividade:

Com a aprovação da mudança pelo grupo técnico, ela segue para o status de “Mudança em Execução”. Em caso de reprovação da mudança, ela deverá assumir o status de “Mudança Reprovada”.

ap) Fechar a Mudança

Objetivo:

Realizar o fechamento da mudança.

Início:

Após a avaliação do planejamento requisição da mudança.

Prazo:

Deve ser feito após análise do planejamento da requisição da mudança.

Entradas:

Planejamento da RDM.

Saídas:

Mudança reprovada.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Se após o planejamento da requisição de mudança, o GTM identificar motivos e opina pela reprovação da sua execução, o então a Gerente de Mudança poderá decidir pela reprovação da RDM.

Resultado da Atividade:

A mudança tem seu status alterado para “Mudança Fechada” com a resolução “Reprovada”.

aq) Aprovar a RDM de baixo impacto para Execução

Objetivo:

Aprovar a RDM para execução da mudança.

Início:

Após a elaboração do planejamento mínimo da RDM.

Prazo:

Antes da Execução da Mudança.

Entradas:

Requisição de Mudança (RDM) planejada.

Saídas:

RDM aprovada para execução.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Nesse momento o Gerente da Mudança deverá:

  • Ratificar que o fluxo da mudança foi seguido devidamente; e

  • Analisar e concluir se aceitará ou rejeitará a mudança.

Resultado da Atividade:

Com a aprovação da mudança pelo Gerente da Mudança, ela segue para o status de “Mudança em Execução”. Em caso de reprovação da mudança, ela deverá assumir o status de “Mudança Reprovada”.

ar) Fechar a Mudança

Objetivo:

Realizar o fechamento da mudança.

Início:

Após a avaliação do planejamento requisição da mudança.

Prazo:

Deve ser feito após análise do planejamento da requisição da mudança.

Entradas:

Planejamento da RDM.

Saídas:

Mudança reprovada.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Se após o planejamento da requisição de mudança, o Gerente da Mudança identificar motivos que o fazem decidir pela reprovação da RDM.

Resultado da Atividade:

A mudança tem seu status alterado para “Mudança Fechada” com a resolução “Reprovada”.

as) Executar a RDM

Objetivo:

Executar a mudança (implementação).

Início:

Após aprovação do Gerente da Mudança.

Entradas:

Requisição de Mudança (RDM) aprovada pelo Gerente da Mudança.

Saídas:

Resultado da implementação.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • A execução da mudança será dividida em quatro momentos:

    • Atividades preparatórias - São atividades que devem ser executadas previamente à janela de manutenção para criar as condições necessárias para execução da mudança e do Rollback. Essas atividades não podem causar qualquer tipo de agressão a serviços. Caso haja qualquer problema, a mudança poderá ser abortada;

    • Atividades técnicas - São atividades necessárias para garantir o objetivo da mudança;

    • Atividades de Validação - Momento em que é executado o Plano de Teste, que indicará se a mudança teve sucesso ou não; e

    • As atividades de Rollback serão executadas caso haja falha durante a execução ou se houver reprovação no Plano de Testes.

  • O Técnico Executor deve seguir exatamente o planejado. Cada etapa do cronograma de atividades deve ser seguida na ordem preestabelecida. O registro da mudança na ferramenta de ITSM deve ser atualizado em tempo real de acordo com a atuação dos profissionais envolvidos; e

  • O Líder da mudança dever estar atento à janela de execução da mudança, dentre outros motivos, pelo fato do Plano de Testes e Rollback serem executados dentro da mesma.

Resultado da Atividade:

Ao final da implementação o Líder da mudança terá todos os insumos para a próxima fase do Processo de Mudança e o status da mudança passa para “Concluído”.

at) Acionar o Gerente da Mudança

Objetivo:

Garantir a integridade e o sucesso do processo de gerenciamento de mudança.

Início:

Durante a execução da mudança.

Prazo:

Dever ser iniciada imediatamente após identificar problemas durante a execução da mudança.

Entradas:

Informações da mudança em curso.

Saídas:

Gerente de Mudança acionado para realização de análise.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Gerente da mudança deve ser acionado sempre que o Técnico Executor identificar:

    • Possíveis impactos na janela de execução da mudança; e

    • Possíveis falhas ou desvios do planejamento da mudança.

  • O Técnico Executor dever estar atento a qualquer anomalia que possa vir a impactar negativamente o sucesso da mudança emergencial e caso identifique, deve acionar o Gerente da Mudança e informá-lo com todos os detalhes possíveis da situação.

Resultado da Atividade:

Com o acionamento do Gerente da Mudança, todas as tarefas do planejamento deverão ser imediatamente interrompidas e o Técnico Executor deverá aguardar o resultado da análise da situação que deve vir do Gerente da Mudança e adotar as orientações que ele venha a fazer.

A mudança deve permanecer no statusMudança em Execução”.

au) Analisar a situação

Objetivo:

Analisar a situação reportada pelo Técnico Executor.

Início:

Após o acionamento do Técnico Executor.

Prazo:

Dever ser iniciada imediatamente após o acionamento do Técnico Executor e antes da realização das considerações.

Entradas:

Acionamento do Técnico Executor.

Saídas:

Autorização para executar o Plano de Rollback ou para continuar a execução da mudança.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • Analisar os motivos do acionamento feito pelo Técnico Executor e se a situação reportada pode:

    • Impactar a janela de execução da mudança; e

    • Provocar falhas ou desvios no planejamento da mudança.

Resultado da Atividade:

Com a análise bem executada, o Gerente da Mudança pode determinar a execução do Plano de Rollback ou determinar a continuidade da execução da mudança.

av) Realizar as considerações

Objetivo:

Realizar as considerações após analisar a situação.

Início:

Após a análise da situação solicitada.

Prazo:

Dever ser iniciada antes do acionamento do Plano de Rollback ou da continuidade da execução da mudança.

Entradas:

Análise da Situação.

Saídas:

Considerações em relação à autorização para continuar a execução da mudança ou para acionamento do plano de rollback.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

O Gerente da Mudança deve inserir na RDM as justificativas que embasam a decisão de continuar com a execução da mudança ou do acionamento do plano de rollback.

Resultado da Atividade:

Com as justificativas, o Técnico Executor dará prosseguimento à decisão tomada.

aw) Continuar a execução da mudança

Objetivo:

Dar continuidade à execução da mudança.

Início:

Após a realização das considerações.

Prazo:

Dever ser iniciada imediatamente após a realização das considerações.

Entradas:

Decisão tomada na atividade “Realizar as considerações”.

Saídas:

Planejamento da mudança executada.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Técnico Executor dará prosseguimento à execução das atividades planejadas com base nas orientações do Gerente da Mudança; e

  • O Gerente da Mudança deve garantir a execução do planejado, com base nas considerações realizadas.

Resultado da Atividade:

Ao final da implementação, o Gerente da mudança terá todos os insumos para a próxima fase do Processo de Mudança e o status da mudança passará para “Concluída”.

ax) Executar o Plano de Rollback

Objetivo:

Executar o plano de rollback.

Início:

Após a realização das considerações.

Prazo:

Dever ser iniciada imediatamente após a realização das considerações.

Entradas:

Decisão tomada pelo Gerente da Mudança.

Saídas:

Execução do Plano de Rollback.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Executar todas as ações listadas no Plano de Rollback durante a fase de planejamento da mudança, para retornar à linha de base da configuração.

Resultado da Atividade:

Ao final da execução do Plano de Rollback o Técnico Executor deverá alterar o status da mudança para “Concluída”.

ay) Realizar a RPI

Objetivo:

Revisar a mudança após sua implementação.

Início:

Após a conclusão da implementação.

Prazo:

Deve ser feito imediatamente após a execução da mudança ou plano de rollback.

Entradas:

Resultado da implementação.

Saídas:

Verificação do sucesso ou não da realização da mudança e atualização dos registros associados.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Etapa executada pelo Gerente de mudança e o Líder da Mudança que apontará como a implementação da mudança ocorreu, citando as anomalias durante a execução, ou seja, tudo aquilo que ocorreu fora do planejado deve ser apontado e registrado como lição aprendida para mudanças futuras. O documento de Revisão Pós-implementação – RPI deve ser preenchido na ferramenta de ITSM.

Resultado da Atividade:

A Revisão Pós-implementação totalmente preenchida e alteração do status da mudança para “Atualização de registros associados”.

az) Atualizar Registros Associados

Objetivo:

Realizar a atualização de registros e informações alteradas pela mudança.

Início:

Após a Revisão Pós-Implementação - RPI.

Prazo:

Dever ser iniciada imediatamente após a elaboração da RPI.

Entradas:

Documento de Revisão Pós-implementação.

Saídas:

Itens de configuração atualizados.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Caso a mudança seja considerada bem-sucedida, os registros associados com a Requisição de Mudança devem ser atualizados para refletir as alterações executadas. O procedimento deve ser automático, assim, os respectivos chamados seguirão seus processos de solução. Sem a automação, o Gerenciamento de Configuração é o responsável por informar a execução da tarefa.

Resultado da Atividade:

Uma requisição ou tarefa deve ser aberta automaticamente para o Gerenciamento de Ativos e Configuração, solicitando a auditoria dos itens de configuração para garantir que os ICs foram atualizados. A mudança não pode ser fechada sem a atualização dos itens de configuração envolvidos e tem seu status mantido como “Atualização de registros associados”

ba) Auditar os ICs atualizados

Objetivo:

Garantir a atualização de registros e informações alteradas pela mudança.

Início:

Após Atualizar Registros Associados.

Prazo:

Dever ser iniciada imediatamente após Atualizar Registros Associados.

Entradas:

Atualizar Registros Associados.

Saídas:

Itens de configuração atualizados; e

Incidentes, problemas e requisições atualizados.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Caso a automação de Atualização de Registros Associados seja considerada malsucedida, os registros associados com a Requisição de Mudança devem ser atualizados pelo Gerente de Configuração que é o responsável por informar a execução da tarefa.

Resultado da Atividade:

Um comunicado deve ser encaminhado ao Gerente de Mudanças, informando que a auditoria dos ICs foi concluída e que a mudança pode ser fechada.

A mudança deve ter o status alterado para “Em fechamento”.

bb) Fechar a Mudança

Objetivo:

Realizar o fechamento da mudança.

Início:

Após auditoria dos ICs atualizados.

Prazo:

Dever ser iniciada imediatamente após Auditoria dos ICs.

Entradas:

Auditoria realizada.

Saídas:

Mudança fechada.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Com todas as informações devidamente inseridas na mudança, o gerente de mudanças deve fechá-la com o status “Mudança Fechada”.

Resultado da Atividade:

Mudança fechada.

Um comunicado deve ser encaminhado aos atendentes dos chamados relacionados, informando que a mudança foi concluída e que o atendimento do chamado, associado à mudança em questão, deve ser retomado.

A mudança tem seu status alterado para “Mudança Fechada” e a respectiva resolução deverá ser informada, conforme o caso.

 

Anexo VII

Indicadores e Metas do Processo de Gerenciamento de Mudanças

 

16. Os indicadores operacionais responsáveis por analisar os resultados do processo de gerenciamento de mudanças são:

I - Número total de Mudanças executadas: apresenta a quantidade de mudanças executadas mensalmente;

Indicador:

Número total de Mudanças executadas.

Objetivo:

Apresentar a quantidade total de mudanças executadas mensalmente.

Periodicidade:

Mensal.

Responsável:

Gerente de Mudanças.

Tipo de indicador:

( ) Qualitativo      (X) Quantitativo

II - Número de Mudanças executadas e os seus resultados: apresenta a quantidade de mudanças executadas com sucesso, com falha, ou com rollback;

Indicador:

Número de Mudanças executadas por resultados.

Objetivo:

Apresentar a quantidade de mudanças executadas mensalmente por resultados: com sucesso, com falha, ou com rollback.

Periodicidade:

Mensal.

Responsável:

Gerente de Mudanças.

Tipo de indicador:

(X) Qualitativo     (X) Quantitativo

III - Número total de mudanças executadas por categoria: apresenta a quantidade de mudanças executadas do tipo normal, emergencial ou padrão;

Indicador:

Número total de Mudanças encerradas por categoria.

Objetivo:

Apresentar a quantidade total de mudanças executadas por categoria: normal, emergencial ou padrão.

Periodicidade:

Mensal.

Responsável:

Gerente de Mudanças.

Tipo de indicador:

( ) Qualitativo      (X) Quantitativo

IV - Número total de mudanças executadas por natureza da mudança: apresenta a quantidade de mudanças executadas como: novo serviço, corretiva ou evolutiva;

Indicador:

Número total de Mudanças executadas por natureza.

Objetivo:

Apresentar a quantidade total de mudanças executadas mensalmente por natureza: novo serviço, corretiva ou evolutiva.

Periodicidade:

Mensal.

Responsável:

Gerente de Mudanças.

Tipo de indicador:

( ) Qualitativo      (X) Quantitativo

V - Número total de mudanças por área: apresenta a quantidade de mudanças executadas por área;

Indicador:

Número total de Mudanças executadas por área.

Objetivo:

Apresentar a quantidade total de mudanças executadas mensalmente por área requisitante.

Periodicidade:

Mensal.

Responsável:

Gerente de Mudanças.

Tipo de indicador:

( ) Qualitativo      (X) Quantitativo

VI - Número de mudanças por requisitante: apresenta a quantidade de mudancas realizadas por requisitante; e,

Indicador:

Número total de Mudanças executadas por requisitante.

Objetivo:

Apresentar a quantidade total de mudanças executadas mensalmente por requisitante.

Periodicidade:

Mensal.

Responsável:

Gerente de Mudanças.

Tipo de indicador:

( ) Qualitativo      (X) Quantitativo

VII - E demais indicadores operacionais que se mostrem necessários.


Referência: Processo nº 53500.286596/2022-74 SEI nº 8849357