Boletim de Serviço Eletrônico em 01/09/2022

  

  

AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES

  

Portaria Anatel nº 2446, de 30 de agosto de 2022

  

Aprova o Procedimento de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de Tecnologia da Informação no âmbito da Agência Nacional de Telecomunicações.

O GERENTE DE PLANEJAMENTO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DE REDES DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES, no uso das atribuições que lhe confere o art. 227, do Regimento Interno da Agência, aprovado pela resolução nº 612, de 29 de abril de 2013; e

CONSIDERANDO a necessidade de implantar o Procedimento de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI;

CONSIDERANDO o constante da Portaria 2445, de 30 de agosto de 2022;

CONSIDERANDO o constante dos autos do processo nº 53500.303797/2022-43,

RESOLVE:

Art. 1º Aprovar o Procedimento de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de Tecnologia da Informação da Agência Nacional de Telecomunicações, na forma do Anexo a esta Portaria.

Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação no Boletim de Serviço. 


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Documento assinado eletronicamente por André Gustavo Farias Gonçalves, Gerente de Planejamento, Operação e Manutenção de Redes, em 31/08/2022, às 15:15, conforme horário oficial de Brasília, com fundamento no art. 23, inciso II, da Portaria nº 912/2017 da Anatel.


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anexo

PROCEDIMENTO DE GERENCIAMENTO DE CONFIGURAÇÃO E ATIVO DE SERVIÇO DE TI DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES

1. OBJETIVO

1.1. O Procedimento de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI tem por objetivo controlar o ambiente tecnológico da Agência, identificando, registrando, monitorando e auditando os ativos de serviço de TI de forma efetiva durante todo o seu ciclo de vida e garantir que os ativos suportem os requisitos de negócio e entreguem as informações consistentes para outros processos de gerenciamento de serviços de TI, principalmente para o Gerenciamento de Mudança de TI.

2. APLICAÇÃO

2.1. Este procedimento se destina aos servidores e colaboradores da Anatel que participam do Processo de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI.

3. DEFINIÇÕES GERAIS

3.1. Para fins deste Procedimento, entende-se por:

  1. Agente de discovery: ferramenta que identifica e coleta informações de itens de configuração no parque computacional;

  2. Ativo de Serviço de TI: pessoas, processos, aplicações, infraestrutura, documentação, recurso, habilidade ou elemento que possa contribuir para a entrega de um serviço de TI;

  3. Base de Dados de Gerenciamento de Configuração - BDGC: repositório de informações relacionadas a todos os componentes de um sistema de informação que contém os detalhes dos itens de configuração (ICs) na infraestrutura de TI;

  4. Biblioteca de Mídia Definitiva - BMD: uma ou mais localidades em que as versões definitivas e autorizadas de todos os ICs de software são armazenadas de forma segura;

  5. Ferramenta de Information Technology Service Management - ITSM: ferramenta utilizada para realização de Gerenciamento de Serviços de TI;

  6. Gerenciamento de Serviços de TI - GSTI: conjunto de processos que envolve planejamento, execução e monitoramento dos serviços de TI;

  7. Indicadores de desempenho de processo: métricas adotadas para auxiliar no gerenciamento de processos, medindo sua eficiência ao longo do tempo de sua aplicação;

  8. Itens de Configuração - ICs: qualquer componente necessário para a entrega de um serviço que precisa ser gerido com a finalidade de entregar um serviço de TI. Exemplo: ativos físicos, redes, servidores virtuais, armazenamento virtual, contratos, e ferramentas de TI e documentação;

  9. Linha de Base: é uma referência da situação dos atributos de um conjunto de ICs em qualquer momento do ciclo de vida dos ativos de serviços de TI, utilizada diante de quaisquer alterações no ambiente de TI;

  10. Matriz RACI: ferramenta de gestão para definição de responsabilidades para os membros de uma equipe;

  11. Mudança de TI: adição, alteração ou remoção de componentes dos serviços de TI, bem como intervenções em ambiente operacional de TI que precisam ser gerenciadas;

  12. Processo de Gerenciamento de Mudanças de TI: conjunto de medidas responsável pelo controle do ciclo de vida das mudanças com o objetivo de gerar o mínimo de interrupção nos serviços de TI e manter a operação estável;

  13. Processo de Gerenciamento de Portfólio de Serviço de TI: conjunto de medidas responsável por gerenciar o portfólio de serviços de TI durante todo o seu ciclo de vida, com foco no valor entregue ao negócio;

  14. Relacionamento de ICs: atributo de um IC que indica o relacionamento entre ICs, fundamental para definir a rastreabilidade e impacto em caso de falha em um IC;

  15. Requisição de Mudança - RDM: registro das informações sobre uma mudança ocorrida durante todo seu ciclo de vida, desde a apresentação da necessidade até ocorrências durante o processo de execução;

  16. Rollback: atividades que deverão ser executadas caso a realização da mudança falhe, com o objetivo de restaurar os ICs ao seu estado anterior ou a um estado funcional.

  17. Sistema de Gerenciamento de Configuração - SGC: é um conjunto de ferramentas e base de dados utilizado para gerenciar os dados de configuração de um provedor de serviços de TI;

  18. Sistema de Informação – mecanismo projetado com a finalidade de coletar, processar, armazenar e transmitir informações; e

  19. Versão: controle utilizado para identificar e registrar os valores dos atributos de um IC.

4. DIRETRIZES DO PROCESSO DE GERENCIAMENTO DE CONFIGURAÇÃO E ATIVO DE SERVIÇO DE TI

4.1. Estabelecimento de equipe Especializada

4.1.1. Com o objetivo de garantir a adequada execução do Processo de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI, a Anatel deverá formar equipe de especialistas nas tecnologias utilizadas para suportar os serviços de TI. Conforme interesse da Anatel, poderão integrar a equipe de especialista, colaboradores terceirizados.

4.1.2 Esta atividade possui os seguintes benefícios:

  1. garantir que o SGC e a BMD, sejam mantidos atualizados e com informações fidedignas dos ICs;

  2. reduzir a carga das equipes operacionais na realização de atividade que não é sua especialidade e competência; e

  3. garantir a eficiência e efetividade do processo.

4.2. Gestão do ciclo de vida e linha de base dos itens de configuração (ICs)

4.2.1. Todo IC deve possuir um ciclo de vida, como menor parte do Processo de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI, que representa seu estágio de utilidade diante do suporte de um ou mais serviços de TI.

4.2.2. A definição da linha de base de todos os componentes selecionados de um serviço é o ponto de partida no controle dos ativos de TI, portanto, deve ser adequadamente controlada. Quaisquer alterações devem ser executadas respeitando os processos de gerenciamento de serviço de TI. Controlar quaisquer modificações no IC ou interações entre eles é obrigatório. A gestão do ciclo de vida e linha de base dos ICs possuem os seguintes benefícios:

  1. habilitar os agentes do processo para identificar como está o atendimento do evento identificado no monitoramento;

  2. fornecer informações corretas e atualizadas sobre um IC;

  3. fornecer insumos para tomada de decisão nos processos de Gerenciamento de Incidente, Gerenciamento de Problema, Cumprimento de Requisição e, principalmente, no Gerenciamento de Mudanças;

  4. possibilitar estimar os custos de um serviço de TI; e,

  5. prever o impacto em um ou mais serviços de TI em caso de falha de um IC ou de um conjunto deles.

4.3. Biblioteca de Mídia Definitiva

4.3.1. O armazenamento de versões definitivas e autorizadas de aplicativos, licenças e documentação associadas, são fundamentais e obrigatórias para o gerenciamento dos ICs. Assim, deve-se alocar pessoas que são responsáveis por manter esses registros atualizados com o real uso por parte da Anatel. A publicidade dessas informações para usuários e parceiros é necessária, pois os auxiliarão no planejamento e dimensionamento de novos serviços e TI. Esta atividade possui os seguintes benefícios.

  1. uso de aplicativos seguros e homologados;

  2. controle dos aplicativos utilizados no parque tecnológico; e

  3. visibilidade do impacto de atualizações ou novas aquisições.

4.4. Escopo do Item de Configuração (IC)

4.4.1. Deve haver uma definição do escopo de um IC. Essas informações são necessárias para a administração de cada IC e devem ser registradas em uma BDGC, visando a sua identificação e controle. Sempre que for necessário, o escopo dos ICs deve ser atualizado de acordo com os insumos fornecidos, principalmente, pelos proprietários de IC. Esta atividade possui os seguintes benefícios:

  1. garantir o registro único de cada IC;

  2. permitir o rastreamento de IC com uma determinada característica (capacidade, versão, localização etc.);

  3. permitir a auditoria de determinados ICs, pois é armazenado um histórico de suas modificações;

  4. auxiliar na investigação de incidentes e problemas;

  5. aumentar o controle sobre versões de aplicações desenvolvidas internamente;

  6. fornecer informações seguras.

4.4.2. Os atributos dos ICs serão base para os processos de Gerenciamento de Mudança de TI e Gerenciamento de Liberação e Implantação.

4.5. Definição de Modelo de Configuração

4.5.1. O relacionamento dos ICs deve ser registrado levando em consideração, além dos relacionamentos físicos, os serviços de TI que são suportados por eles. Na perspectiva de execução de um serviço como um IC, a mesma prática deve ser adotada, registrando suas dependências e associações. Essas informações são necessárias nas interações deste processo com os processos de Gerenciamento de Incidente, Gerenciamento de Problema, Gerenciamento de Mudança, Gerenciamento de Acesso, Gerenciamento de Liberação e Implantação, Gerenciamento de Capacidade, Cumprimento de Requisição, entre outros, e devem ser registradas e mantidas em uma BDGC. Esta atividade possui os seguintes benefícios:

  1. permitir o rastreamento e visibilidade do impacto em caso de uma falha em determinado IC;

  2. fornecer informações seguras sobre a dependência ou associação entre ativos e serviços de TI; e

  3. estabilidade dos serviços suportados pelos ICs controlados pelo processo. 

4.6. Verificação e Auditoria

4.6.1. Os registros de ICs armazenados na BDGC e na BMD devem ser auditados de forma periódica. Constatadas inconsistências, os responsáveis pelos respectivos ICs devem ser notificados para que sejam tomadas as devidas medidas corretivas. Esta atividade possui os seguintes benefícios:

  1. reduzir as discrepâncias entre a linha de base e a situação real do ambiente tecnológico;

  2. promover ações corretivas para o processo; e

  3. dar credibilidade ao processo.

5. PERFIS

5.1. São perfis do Processo de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI:

  1. Requisitante – servidor da SGI ou colaborador responsável pelo IC ou lotado na área responsável pelo IC, cuja demanda necessite de atendimento pelo Processo de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI. O Requisitante espera ter sua demanda atendida de forma controlada e segura;

  2. Dono do processo - profissional com perfil de gestão e autoridade funcional instituída para alocar recursos, bem como definir a visão e os objetivos de negócio do processo. Esse papel será exercido pelo gerente de infraestrutura de TI da Agência;

  3. Gerente de Configuração - profissional com experiência em gerenciamento e coordenação de equipes de operações de TI. O Gerente de Configuração acompanha e coordena a execução do Processo de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI;

  4. Proprietário do IC - profissional com sólidos conhecimentos em infraestrutura e/ou desenvolvimento de sistemas e capacidade de coordenar as atividades necessárias para a execução do processo. Sugere-se que esse papel, quando possível, seja exercido por profissionais dedicados de forma exclusiva à operacionalização de configuração e ativo de serviço. Esse perfil supervisiona as atividades de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI no âmbito das gerências responsáveis pela infraestrutura de TI, pelo desenvolvimento de sistemas e pelos dados e informações;

  5. Analista de Configuração - profissional com experiência em liderança de equipes de operações de TI, preferencialmente com Certificação ITIL Intermediate - RCV. Sugere-se que esse papel seja exercido por profissionais dedicados de forma exclusiva à liderança de configuração, podendo ser exercido por colaboradores terceirizados. Esse perfil acompanha a execução do Processo de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI; e

  6. Administrador do Sistema de Gerenciamento da Configuração (Ferramentas) - profissional especialista em TI capacitado na gestão e operação do sistema e dos mecanismos de administração dos ICs. O Administrador do Sistema de Gerenciamento da Configuração aplica seu conhecimento técnico na execução das atividades de administração dos ICs e detém conhecimento do Processo de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI.

6. RESPONSABILIDADES DOS PERFIS

6.1. Requisitante:

  1. registrar a solicitação sobre IC.

6.2. Dono do Processo:

  1. garantir os recursos (materiais e humanos) para o processo;

  2. garantir a disponibilidade de informações acessíveis para outros processos do gerenciamento de serviços;

  3. defender a aplicação do processo e suas políticas;

  4. planejar a implantação do processo; e

  5. prover os recursos para execução das atividades do processo..

6.3. Gerente de Configuração:

  1. Acompanhar a auditoria na BDGC e na BMD;

  2. administrar os conflitos durante execução das atividades do processo e notificar o dono do processo sobre condições de exceção;

  3. analisar o resultado da auditoria referente à BDGC e na BMD;

  4. analisar o resultado do atendimento de solicitações sobre ICs;

  5. analisar a necessidade de uma RDM;

  6. acompanhar a auditoria de ICs;

  7. apoiar os demais papéis na execução de suas atividades e responsabilidades;

  8. assegurar o relacionamento com a área de controle patrimonial da organização, visando depreciação e movimentação de equipamentos;

  9. cancelar solicitação de atendimento sobre ICs;

  10. conscientizar todos os envolvidos da importância do processo;

  11. elaborar Plano de Auditoria referente à BDGC e BMD;

  12. elaborar relatório de auditoria, realizada na BDGC e na BMD;

  13. fechar auditoria realizada na BDGC e na BMD;

  14. fechar solicitação de atendimentos sobre ICs;

  15. garantir a aplicação das políticas e padrões para o Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI;

  16. buscar que as metas de desempenho, eficiência e eficácia do processo sejam atingidas;

  17. garantir que os indicadores sejam medidos;

  18. informar para o solicitante a decisão da solicitação sobre ICs;

  19. maximizar a integração entre processos, pessoas, tecnologia e controles;

  20. promover e garantir que o Processo de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI seja corretamente utilizado;

  21. promover melhorias e adaptações no Processo de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI;

  22. publicar relatório de auditoria realizada na BDGC e na BMD;

  23. realizar considerações do atendimento sobre ICs;

  24. revisar a solicitação sobre IC;

  25. solicitar adequação ao Plano de Auditoria referente à BDGC e à BMD;

  26. solicitar adequação na execução de atendimento sobre ICs; e

  27. solicitar execução de auditoria na BDGC e na BMD.

6.4. Proprietário do IC:

  1. analisar inconformidade encontrada em ICs, quando da realização de auditoria;

  2. definir o grau de controle necessário para o IC, por meio da definição de atributos; e

  3. garantir que os atributos mínimos para o controle de ICs sejam identificados como escopo do IC.

6.5. Analista de Configuração:

  1. acionar o Gerente de Configuração;

  2. aplicar adequações no Plano de Auditoria;

  3. atualizar o registro do IC;

  4. auditar o BDGC e a BMD;

  5. enviar resultado de auditoria em IC;

  6. executar auditoria na BDGC ou na BMD;

  7. executar solicitação sobre IC;

  8. fechar solicitação de atendimento sobre ICs;

  9. fechar a tarefa da mudança;

  10. garantir que os ICs sejam atualizados após a implementação de mudanças no ambiente;

  11. garantir que os ICs sejam registrados e controlados;

  12. informar inconformidade encontrada em IC, quando da realização de auditoria na BDGC e na BMD, ao proprietário do IC;

  13. informar o resultado da solicitação de auditoria ao Gerente de Configuração e Ativo de Serviço de TI;

  14. inserir as informações de IC na BDGC ou BMD;

  15. inserir informações da auditoria executada na BDGC e na BMD no IC;

  16. inserir as informações pertinentes na solicitação sobre IC após sua execução;

  17. inserir informações do atendimento sobre o IC na BDGC e na BMD;

  18. inserir informações, da auditoria no IC, na BDGC e na BMD;

  19. manter a BMD atualizada;

  20. manter a BDGC atualizada;

  21. prover informações adequadas e precisas dos Ativos de Serviço de TI para facilitar a análise de risco e impacto de mudanças;

  22. revisar a tarefa da mudança que será executada na BDGC e na BMD;

  23. revisar a consistência de informação da mudança que será executada na BDGC e na BMD;

  24. resolver pendências de solicitação de atendimento sobre ICs;

  25. solicitar o registro de novo IC na BDGC ou BMD.

6.6. Administrador do Sistema de Gerenciamento da Configuração (Ferramentas):

  1. administrar o Sistema de Gerenciamento de Configuração;

  2. criar atributos para novo IC na BDGC ou BMD;

  3. definir os relacionamentos de IC;

  4. garantir que a linha de base dos ICs está sendo monitorada;

  5. garantir que os agentes de discovery no parque computacional estejam operacionais e atuando conforme o escopo definido;

  6. garantir a disponibilidade de informações acessíveis por meio de sistema para outros processos do gerenciamento de serviços;

  7. registrar inconformidades encontradas durante a execução da auditoria na BDCG e BMD;

  8. registrar novos ICs no CMDB ou BMD;

  9. atuar em conformidade com os objetivos acordados para a implementação das políticas, procedimentos e processos; e,

  10. realizar a verificação e auditoria dos ICs.

7. CLASSIFICAÇÃO DOS ITENS DE CONFIGURAÇÃO (ICs)

7.1. Visando facilitar a identificação e classificação dos ICs e seus relacionamentos, fica estabelecida a seguinte estrutura de classificação:

  1. Natureza - primeiro nível obrigatório para a classificação de um IC. Permite uma visão macro de associação do IC com a estrutura organizacional da Anatel. Ficam determinadas como escopo inicial dos ICs as seguintes naturezas:

    1. IC de Serviço - são os serviços de TI que suportam os processos de negócio da Anatel;

    2. IC Organizacional - são ativos que suportam o processo administrativo da Anatel relativos a pessoas, contratos, locais, entre outros. Tem relacionamento com ICs de serviço, infraestrutura de TI e/ou desenvolvimento;

    3. IC de Infraestrutura de TI - são ativos que suportam tecnologicamente os serviços de TI e são mantidos pela gerência de infraestrutura de TI;

    4. IC de Desenvolvimento - são soluções de software que viabilizam os serviços de TI e são mantidos pela gerência de desenvolvimento de sistemas; e

    5. IC de Dados - são soluções que viabilizam os serviços de TI e são mantidos pela gerência de dados e informações.

  2. Classe - segundo nível obrigatório para a classificação de um IC. Trata-se de uma visão mais técnica e tem como objetivo categorizar em grupos os ICs. Exemplo:
  1. documentação;

  2. hardware;

  3. localização; e

  4. software.

  1. Tipo - Terceiro nível obrigatório para a classificação de um IC para registro de informações específicas de cada IC. Exemplo:

  1. aplicativos (softwares de prateleira, prontos para o uso);

  2. certificados digitais;

  3. contratos;

  4. equipamentos de rede;

  5. manuais;

  6. pessoas;

  7. servidores virtuais;

  8. sistemas (softwares desenvolvidos por demanda - pela Anatel ou fábrica de software); e

  9. storage (armazenamento);

8. ATRIBUTOS DE UM ITEM DE CONFIGURAÇÃO (IC)

8.1. Esse tópico tem o propósito de estabelecer um escopo mínimo de atributos que os ICs devem possuir na BDGC. Uma vez definidos os atributos, o preenchimento é obrigatório. O Gerente do Processo pode determinar novos atributos de IC e incluí-los, como obrigatórios, no processo.

  1. Atributos comumente utilizados para caracterização dos ICs:

  1. identificador único - código de identificação único do IC;

  2. nome - nome do IC;

  3. descrição - campo de livre descrição do IC;

  4. natureza - primeiro nível obrigatório de classificação de um IC;

  5. fornecedor - responsável pelo fornecimento do serviço. Pode ser qualquer organização, inclusive a própria Anatel;

  6. classe - segundo nível obrigatório de classificação de um IC;

  7. tipo - terceiro nível obrigatório de classificação de um IC que identifica o seu respectivo tipo;

  8. subtipo - quarto e último nível de classificação de um IC. Não é obrigatório e é previsto para classificação de casos específicos. Possuí livre criação, desde que não haja conflito com níveis superiores. Não há escopo inicial de subtipos;

  9. situação - situação do ativo no ciclo de vida respectivo do IC, conforme item 9;

  10. versão - é um identificador de controle da versão do IC. Exemplo: versão do documento, firmware, sistema operacional, etc.;

  11. documentos - documentos associados. Exemplo: manuais, garantias, etc.;

  12. data da ativação - data em que o IC foi inserido do ambiente de TI;

  13. data da desativação - data em que o IC foi retirado do ambiente de TI;

  14. proprietário do IC - proprietário do IC; e

  15. contrato*- identificação do contrato. Todos os ICs possuem um contrato associado.

* O atributo estabelecido é um IC, sendo obrigatória a associação.

  1. Exemplos de atributos particulares de cada IC:

IC

ATRIBUTO

DESCRIÇÃO

APLICATIVO

Ambiente

Ambiente de TI relativo ao seu momento no processo de Gerenciamento de Liberação e Implantação. (Produção, Pré-Produção, Homologação, Teste, Desenvolvimento, Treinamento, PoC, Laboratório ou TODOS).

Alta disponibilidade

Indicação se a aplicação possui mecanismos de alta disponibilidade.

Diretório de instalação

Localização da aplicação no sistema de arquivos.

Departamento

Indicação do departamento ou fornecedor responsável pela aplicação.

Identificação da aplicação

SIGLA pela qual a aplicação é conhecida.

Responsável*

Pessoa responsável pela aplicação.

Identificação da base de dados

Nome pelo qual a base de dados é acessada.

Diretório de dados

Localização dos arquivos de dados no sistema de arquivos.

CERTIFICADO DIGITAL

Validade

Tempo de duração do certificado.

Tipo de certificado

Tipo do certificado.

CONTRATO

Identificador único

Código de identificação único do IC.

Assinatura

Data de assinatura do contrato.

Vigência

Data de vencimento do contrato.

Contratada*

CNPJ da empresa contratada (Fornecedor).

Termos Aditivos*

Termos aditivos do contrato.

Modalidade da Licitação

Modalidade da licitação que originou a contratação.

Processo

Número do Processo que originou a contratação.

Objeto

Descrição do Objeto do contrato.

Tipo de Contrato

Tipo do Contrato (aquisição/serviço).

UASG

Campo de seis dígitos que indica o código da UASG contratante.

Valor Inicial

Valor inicial do contrato.

EQUIPAMENTO DE REDE

Endereço de Rede

Endereço IP que o recurso utiliza.

Máscara de Rede

Máscara de rede associada ao IP do recurso.

Nome do dispositivo

Nome utilizado pelo recurso para identificação na rede.

Modelo

Modelo do equipamento.

Contrato*

Identificação do contrato de manutenção ou suporte do equipamento.

Tipo de equipamento

Indicação do tipo de equipamento. Podendo ser: Roteador, switch, firewall, hub, bridge ou modem.

Quantidade de slots de expansão.

Indicação da quantidade de slots para expansão no roteador.

LOCALIZAÇÃO

Endereço

Endereço da localidade.

Cidade

Cidade.

País

País.

Descrição

Descrição da localidade.

Estado

Estado.

CEP

Código de endereçamento postal da localidade.

Edifício

Nome do prédio, se houver.

Andar

Andar do prédio.

Sala

Sala do prédio.

MANUAIS

Item de Configuração*

Relação do manual com o respectivo IC.

PESSOAS

Ramal / Telefone

Inserir qual será o ramal utilizado pelo usuário durante o período de permanência.

Login

Informar qual o login do usuário.

Departamento

Informar em qual departamento o usuário ficará locado.

Vínculo

Informar qual o tipo de vínculo do usuário com o Anatel.

Organização

Informar qual o tipo de organismo internacional o usuário é ligado quando existir.

E-mail

Informar qual será o e-mail disponibilizado pelo Anatel ao usuário.

Vencimento da conta

Deve ser utilizado para definir o período que a conta de um prestador de serviço ficará ativa.

SERVIDORES VIRTUAIS

Software*

Sistema operacional instalado na máquina.

Aplicações*

Aplicações fornecidas pelo servidor.

Memórias*

Relação de memórias utilizadas no servidor.

Quantidade interfaces de rede Instalada

Total de interfaces de rede instaladas no servidor.

Certificado Digital*

Certificado Digital instalado no servidor.

Versão da BIOS

Versão da BIOS da placa mãe do servidor.

Patrimônio

Número de patrimônio da Anatel.

Contrato*

Contrato que dá suporte ou garantia ao servidor.

Ambiente

Ambiente de TI relativo ao seu momento no processo de liberação. (Produção, Pré-Produção, Homologação, Teste, Desenvolvimento, Treinamento, PoC, Laboratório ou TODOS).

SISTEMAS

Ambiente

Ambiente de TI relativo ao seu momento no processo de liberação. (Produção, Pré-Produção, Homologação, Teste, Desenvolvimento, Treinamento, PoC, Laboratório ou TODOS).

STORAGE (ARMAZENAMENTO)

Classificação

Classificação do storage.

Capacidade de armazenamento

Quantidade total de armazenamento do Storage.

Flash Cache

Tamanho da memória desse tipo

Volumes*

Lista de volumes do storage.

* O atributo estabelecido é um IC, sendo obrigatória a associação.

9. CICLO DE VIDA DE UM ITEM DE CONFIGURAÇÃO (IC)

9.1. O ciclo de vida dos ICs é identificado a partir das classes citadas neste documento, contudo, o Gerente de Configuração, identificando a necessidade de criação ou alteração do ciclo de vida de alguma classe, poderá realizá-la.

  1. Ciclo de vida da classe documentação

    1. Registrado - momento de registro do documento na BDGC. É o status inicial de todo IC da família documento;

    2. Em elaboração - depois de registrado, o documento está em elaboração;

    3. Em revisão - após a elaboração ou atualização, o documento deve ser revisado, antes de sua aprovação;

    4. Disponível - com sua revisão, o documento é validado e disponibilizado para consulta;

    5. Em atualização - quando necessário, o documento pode ser atualizado e submetido à revisão; e

    6. Descontinuado - as informações foram consideradas ultrapassadas, ou não possui relacionamento com outros ativos, ou prescreveu o prazo legal, se for o caso.

  2. Ciclo de vida da classe hardware

    1. ​Planejado - IC faz parte de uma demanda ou projeto em tempo de planejamento. É o status inicial de todo IC;

    2. Solicitado - o planejamento foi aprovado e deu-se início ao processo de compra;

    3. Armazenado - aguarda solicitação para instalação e disponibilização na infraestrutura. O IC pode se encontrar no status “armazenado” nos seguintes casos: após o recebimento; após a desativação do serviço de TI sem descarte do IC;

    4. Em Testes - encontra-se em testes ou homologação;

    5. Disponível - aprovado nos testes e liberado para implantação em produção;

    6. Produção - está operacional no ambiente de produção;

    7. Em Manutenção - não está operacional em virtude de mudanças autorizadas, de natureza preventiva, corretiva, melhoria ou modificação de serviço;

    8. Desativado - foi retirado ou cancelado como parte de um serviço de TI; e

    9. Descontinuado - não mais voltará para o ambiente de produção.

  3. Ciclo de vida da classe software

    1. Planejado - IC faz parte de uma demanda ou projeto em tempo de planejamento. É o status inicial de todo IC;

    2. Solicitado - o planejamento foi aprovado e deu-se início ao processo de compra;

    3. Em Desenvolvimento - quando for disponibilizado para desenvolvimento de um serviço novo ou em alteração. Não se aplica a softwares de “prateleira” (softwares já desenvolvidos e prontos para venda);

    4. Em Testes - encontra-se em testes;

    5. Disponível - aprovado nos testes e liberado para implantação em produção;

    6. Em Implantação - indica que se encontra em implantação no ambiente de produção;

    7. Em Homologação - indica que se encontra em homologação;

    8. Em Produção - está operacional no ambiente de produção;

    9. Desativado - foi retirado ou cancelado como parte de um serviço; e,

    10. Descontinuado - não voltará para o ambiente de produção.

  4. Ciclo de vida do tipo pessoas

    1. Ativa - quando uma pessoa for registrada como ativa na BDGC; e,

    2. Inativa - a pessoa não faz mais parte do Processo de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI da Anatel.

  5. Ciclo de vida do tipo serviços

    1. Em planejamento - serviço novo que está em planejamento ou a ser alterado e que tem como origem, uma necessidade de negócio;

    2. Solicitado - o planejamento foi aprovado e deu-se início ao processo de compra/contratação;

    3. Em Desenvolvimento - quando o serviço for desenvolvido pela equipe interna da Anatel;

    4. Em Homologação - o serviço encontra-se em testes ou homologação (adquirido por compra ou desenvolvido internamente);

    5. Homologado - aprovado nos testes e liberado para implantação em produção;

    6. Produção - está operacional no ambiente de produção;

    7. Em Manutenção - não está operacional devido a mudanças autorizadas. Assume esse status durante a execução da mudança e, posteriormente, assume o status em “Produção”; e

    8. Desativado - foi retirado ou cancelado de acordo com a necessidade do negócio.

10. RELACIONAMENTO ENTRE ITENS DE CONFIGURAÇÃO (ICs)

10.1. Os ICs possuem relações entre si e estão exemplificadas abaixo:

CLASSE OU TIPO DE IC

AÇÃO OU CONDIÇÃO

CLASSE OU TIPO DE IC

Pessoa

Administra

Documentos, Softwares, Hardwares, Localização e Serviços

Pessoa

Aprova

Documentos, Softwares, Hardwares, Localização e Serviços

Todos

Contém

Todos

Todos

É o filho de

Todos

Documentação

Documenta

Todos

Servidor físico Servidor Virtual

É o servidor de alta disponibilidade para

Servidor físico Servidor Virtual

Equipamento de Rede

É o gateway da

Rede

Pessoa

Usa

Serviço

Pessoa

É gestor de

Todos

Localização

É o local de

Todos

Organização

Fornece a

Serviço

Pessoa

É o contato de

Organização

Documentos, Softwares, Hardwares, Localização e Serviços

É administrado por

Pessoa

Documentos, Softwares, Hardwares, Localização e Serviços

É aprovado por

Pessoa

Todos

Está em

Todos

Todos

É o pai de

Todos

Todos

É documentado por

Documentação

Servidor físico Servidor Virtual

Tem como servidor de alta disponibilidade

Servidor físico Servidor Virtual

Rede

Tem como gateway

Equipamento de Rede

Serviço

É usado por

Pessoa

Todos

É gerido por

Pessoa

Todos

Localizado em

Localização

Serviço

É fornecido por

Organização

Organização

Tem o contato de

Pessoa

11. MATRIZ RACI DO PROCESSO DE GERENCIAMENTO DE CONFIGURAÇÃO E ATIVO DE SERVIÇO DE TI

11.1. A matriz RACI é uma ferramenta de gestão para definição de responsabilidades dos membros de uma equipe. No caso concreto, segrega as responsabilidades entre os papéis que atuam no Processo de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI. As responsabilidades do processo em questão estão distribuídas conforme Anexo I deste documento.

12. LISTA DE ANEXOS

  1. Anexo I - Matriz RACI;

  2. Anexo II - Macrofluxo do Processos de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI;

  3.  Anexo III - Elementos utilizados para o mapeamento do Processos de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI, presente no Anexo II;

  4.  Anexo IV - Mapeamento do Processo de Auditoria em Base de Dados de Gerenciamento de Configuração e Biblioteca de Mídia Definitiva e fichas com atividades realizadas no processo;

  5. Anexo V - Mapeamento do Processo de Sustentação do Base de Dados de Gerenciamento de Configuração e Biblioteca de Mídia Definitiva e fichas com atividades realizadas no processo;

  6. Anexo VI - Mapeamento do Processo de Atendimento de Solicitações sobre ICs e fichas com atividades realizadas no processo; e,

  7. Anexo VII - Indicadores e Metas do Processo de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI.

 

 

Anexo I

Matriz RACI

ATIVIDADES

DONO DO PROCESSO (Gerente da GIMR)

GERENTE DE CONFIGURAÇÃO

PROPRIETÁRIO DO ITEM DE CONFIGURAÇÃO

ANALISTA DE CONFIGURAÇÃO

ADMINISTRADOR DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE CONFIGURAÇÃO

REQUISITANTE

Acompanhar auditoria na BDGC e na BMD

 

A/R

C/I

C/I

C/I

 

Administrar o Sistema de Gerenciamento de Configuração

C/I

A/C/I

C/I

C/I

R

 

Administrar impasses durante execução das atividades do processo e notificar o dono do processo sobre condições de exceção.

 

A/R

C/I

C/I

C/I

 

Acionar o Gerente de Configuração

 

A

I

R

I

 

Analisar inconformidade encontrada em ICs quando da realização de auditoria

 

C/I

A/R

C/I

C/I

 

Analisar resultado da auditoria referente à BDGC e na BMD

 

A/R

C/I

C/I

C/I

 

Analisar resultado do atendimento de solicitações sobre ICs

 

A/R

C/I

C/I

C/I

C/I

Analisar necessidade de uma RDM.

 

A/R

C/I

C/I

C/I

C/I

Aplicar adequações no Plano de Auditoria

 

C/I

C/I

A/R

C/I

 

Acompanhar a auditoria de ICs

 

A/R

C/I

C/I

C/I

C/I

Apoiar os demais papéis na execução de suas atividades e responsabilidades

C/I

A/R

C/I

C/I

C/I

 

Assegurar a interface com a área de controle patrimonial da organização (depreciação e movimentação de equipamentos).

C/I

A/R

C/I

C/I

C/I

 

Atualizar IC

 

A

C/I

R

C/I

C/I

Auditar o BDGC e a BMD

 

A

C/I

R

C/I

C/I

Cancelar solicitação de atendimento sobre ICs

 

A/R

C/I

C/I

C/I

 

Conscientizar todos os envolvidos da importância do processo

A/C/I

R

I

I

I

I

Criar atributos para novo IC na BDGC ou BMD

 

C/I

C/I

C/I

A/R

 

Defender a aplicação do processo e suas políticas

A/R

C/I

C/I

C/I

C/I

 

Definir relacionamento de IC

 

A

C/I

C/I

R

 

Definir o grau de controle necessário para o IC, por meio de definição de atributos

 

A

R

C/I

 

 

Elaborar Plano de Auditoria referente à BDGC e BMD

 

A/R

C/I

C/I

C/I

C/I

Elaborar relatório de auditoria realizada na BDGC e na BMD

 

A/R

C/I

C/I

C/I

C/I

Enviar Resultado de Auditoria de IC

 

C/I

C/I

A/R

C/I

 

Estabelecer a metodologia de população do Banco de Dados de Gerenciamento de Configuração

I

A/R

I

I

I

 

Executar Auditoria na BDGC ou na BMD

 

C/I

C/I

A/R

C/I

C/I

Executar solicitação sobre IC

 

C/I

C/I

A/R

C/I

C/I

Fechar auditoria realizada na BDGC e na BMD

 

A/R

C/I

C/I

C/I

 

Fechar solicitação de atendimentos sobre ICs

 

A/R

C/I

C/I

C/I

C/I

Fechar a tarefa da mudança no ambiente

 

C/I

C/I

A/R

C/I

C/I

Garantir a disponibilidade de informações acessíveis para outros processos do gerenciamento de serviços

A/R

C/I

I

I

I

 

Garantir a disponibilidade de informações acessíveis no sistema para outros processos do gerenciamento de serviços

 

I

I

I

A/R

I

Garantir a aplicação das políticas e padrões para o Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI

I

A/R

C/I

I

I

I

Garantir que a linha de base dos ICs está sendo monitorada

 

A/C/I

C/I

I

R

 

Buscar as metas de desempenho, eficiência e eficácia do processo

I

A/R

C/I

I

I

I

Garantir que os agentes de discovery no parque computacional estão operacionais e atuando conforme o escopo definido

 

A/C/I

C/I

I

R

 

Garantir que os atributos mínimos para o controle de ICs estão identificados como escopo do IC

 

A

R

C/I

 

 

Garantir que os indicadores sejam medidos.

 

A/R

C/I

C/I

C/I

 

Garantir que os ICs sejam atualizados após a implementação de mudanças no ambiente afetado

 

C/I

C/I

A/R

C/I

 

Garantir que os ICs sejam registrados e controlados

 

C/I

C/I

A/R

C/I

 

Garantir recursos (materiais e humanos) para o processo.

A/R

C/I

I

I

I

 

Informar inconformidade encontrada em IC, quando da realização de auditoria na BDGC e na BMD, ao proprietário do IC

 

C/I

C/I

A/R

C/I

 

Informar a decisão da solicitação sobre ICs.

 

A/R

C/I

C/I

C/I

I

Informar o resultado da solicitação.

 

C/I

C/I

A/R

C/I

 

Informar o resultado da solicitação de auditoria ao Gerente de Configuração e Ativo de Serviço de TI

 

I

C

A/R

C

C

Inserir as informações do IC na BDGC ou BMD.

 

C/I

C/I

A/R

C/I

 

Inserir informações da auditoria executada na BDGC e na BMD no IC.

 

C/I

C/I

A/R

C/I

C/I

Inserir as informações pertinentes na solicitação sobre IC após sua execução

 

C/I

C/I

A/R

C/I

C/I

Inserir informações do atendimento sobre o IC na BDGC e na BMD

 

C/I

C/I

A/R

C/I

C/I

Inserir informações diversas de auditoria na BDGC e na BMD

 

C/I

C/I

A/R

C/I

C/I

Manter a Biblioteca de Mídia Definitiva atualizada

 

C/I

C/I

A/R

C/I

C/I

Manter o Banco de Dados Gerenciamento de Configuração atualizado

 

C/I

C/I

A/R

C/I

C/I

Maximizar a integração entre processos, pessoas, tecnologia e controles.

A

R

C/I

C/I

C/I

 

Planejar a implantação do processo

A/R

C/I

I

I

I

 

Promover e garantir que o processo seja corretamente utilizado.

A

R

C/I

C/I

C/I

 

Promover melhorias e adaptações no Processo de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI

A

R

C/I

C/I

C/I

 

Prover informações adequadas e precisas dos ativos para facilitar a análise de risco e impacto de mudanças

 

C/I

C/I

A/R

C/I

 

Prover recursos para execução das atividades do processo

R

A

C/I

C/I

C/I

 

Publicar relatório de auditoria realizada da BDGC e BMD

 

A/R

C/I

C/I

C/I

 

Realizar considerações do atendimento sobre ICs

 

A/R

C/I

C/I

C/I

C/I

Registrar inconformidades encontradas durante a execução da auditoria na BDCG e BMD

 

 

C/I

C/I

A/R

C/I

Registrar resultado da auditoria executada na BDGC e na BMD

 

 

C/I

C/I

A/R

C/I

Registrar Solicitação

 

C/I

C/I

C/I

C/I

A/R

Registrar novo ICs no CMDB ou BMD.

 

C/I

A

C/I

R

C/I

Relatórios e contabilização

 

A/R

C/I

C/I

C/I

 

Revisar a solicitação sobre IC

 

A/R

C/I

C/I

C/I

C/I

Revisar a tarefa da mudança que será executada na BDGC e na BMD.

 

C/I

C/I

A/R

C/I

C/I

Revisar a consistência de informação da mudança que será executada na BDGC e na BMD

 

A

C/I

R

C/I

C/I

Sanar pendências de solicitação de atendimento sobre ICs

 

C/I

C/I

A/R

C/I

C/I

Solicitar adequação ao Plano de Auditoria referente à BDGC e BMD

 

A/R

C/I

C/I

C/I

 

Solicitar adequação na execução de atendimento sobre ICs

 

A/R

C/I

C/I

C/I

 

Solicitar execução de auditoria na BDGC e na BMD

 

A/R

C/I

C/I

C/I

 

Solicitar o registro de novo IC.

 

C/I

C/I

R

A

 

Trabalhar com os objetivos acordados para a implementação das políticas, procedimentos e processo

 

C/I

C/I

C/I

A/R

 

Verificação e auditoria

 

I

A

C/I

R

C/I

Responsável - R; Responsabilizado - A; Consultado - C; Informado - I

Anexo II

Macrofluxo do Processo de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI

 

 

Objetivo:

Iniciar o macrofluxo do processo e os subprocessos do Configuração e Ativo de Serviço de TI

Início:

Os gatilhos para o processo são realizados principalmente pelo processo de Gerenciamento de Incidente, Problema, Cumprimento de Requisição, Gerenciamento de Mudança, Liberação e Implantação.

Entradas:

Requisição de Mudança, Incidente, Problema, Liberação e Implantação.

Saídas:

Informações prestadas sobre ICs ou Demandas realizadas em ICs.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Não existem tarefas a serem executadas.

Resultado da Atividade:

Subprocessos iniciados.

 
 

Anexo III

Elementos utilizados para o mapeamento do Processo de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI

Anexo IV

Mapeamento do Subprocesso Auditoria em Base de Dados de Gerenciamento de Configuração e Biblioteca de Mídia Definitiva

Ficha de Atividades do Subprocesso de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI

 

  1. Elaborar Plano de Auditoria

Objetivo:

Formalizar o registro do Plano de Auditoria e dar início ao seu atendimento.

Início:

Quando uma necessidade de negócio ou técnica demandar a execução de uma auditoria na BDGC ou na BMD.

Prazo:

Deve ser executado antes da solicitação da execução da auditoria.

Entradas:

Cumprimento de Requisições;

Registro de incidentes;

Registro de problemas;

Identificar os ICs afetados; e

Alguma necessidade de negócio ou técnica formalizada.

Saídas:

Plano de Auditoria formalizado 

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • Toda auditoria deve ser executada após o Plano de Auditoria ser devidamente registrado na Ferramenta de ITSM institucional para receber o tratamento adequado. Quem realiza elaboração do Plano de Auditoria e o registro dele na ferramenta de ITSM é o Gerente de Configuração.

  • Caso a auditoria tenha origem em uma requisição de serviço, registro de incidente, requisição de mudança ou registro de problema, o requisitante da auditoria continua sendo o Gerente de Configuração.

  • Espera-se que no Plano de Auditoria tenha as seguintes informações:

    • Identificação e associação dos registros de requisições, incidentes ou problemas que motivaram a auditoria;

    • Descrição resumida da auditoria;

    • Data de início e fim da auditoria;

    • Identificação do conjunto de ativos envolvidos;

    • Escopo que pode ser Auditoria física, Auditoria lógica ou Auditoria de sistemas;

    • Motivo da auditoria; e

    • Objetivo da auditoria.

Resultado da Atividade:

No registro, o Plano de Auditoria recebe um número de identificação e passa ter o statusAuditoria Proposta”.

 

  1. Solicitar execução de auditoria

Objetivo:

Solicitar a executar Plano de Auditoria.

Início:

Após a elaboração e registro do Plano de Auditoria.

Prazo:

Deve ser concluído antes da execução da auditoria.

Entradas:

Plano de Auditoria elaborado e devidamente registrado.

Saídas:

Execução da auditoria.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • Solicitar execução da auditoria conforme Plano de Auditoria.

Resultado da Atividade:

O Gerente de Configuração deve apresentar o Plano de Auditoria para o Analista de Configuração e apontar todos os detalhes possíveis. Na data e hora programadas o Analista de Configuração deve atualizar o status para “Auditoria em Execução”.

  1. Acompanhar auditoria

Objetivo:

Garantir que o Plano de Auditoria será seguido durante a execução da auditoria na BDGC ou BMD.

Início:

Após a solicitação de execução de auditoria.

Prazo:

Deve ser realizado durante a execução da auditoria.

Entradas:

Solicitação de execução de auditoria.

Saídas:

Execução da auditoria.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • Acompanhar a execução da auditoria.

 

Resultado da Atividade:

O Gerente de Configuração deve acompanhar a execução da auditoria na Base de Dados de Gerenciamento de Configuração ou na Biblioteca de Mídia Definitiva.

  1. Executar Auditoria na BDGC ou BMD

Objetivo:

Auditoria na BDGC ou BMD.

Início:

Após a solicitação de execução de auditoria.

Prazo:

Deve ser executado antes registrar resultado da auditoria.

Entradas:

Solicitação de execução de auditoria.

Saídas:

ICs auditados; e

Plano de Auditoria executada.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • Nas datas programadas o Analista de Configuração deverá, quando for o caso:

    • Seguir exatamente o Plano de Auditoria;

    • Realizar auditoria física através de visita nas salas controladas, sala cofre ou datacenter com a equipe de infraestrutura, fornecedores ou servidores públicos da Anatel, devendo registrar a situação atual dos equipamentos;

    • Realizar auditoria lógica através descoberta dos ativos que estão no escopo do Plano de Auditoria e verificação se as informações atuais estão de acordo com o cadastrado na BDGC;

    • Realizar auditorias sistêmicas através da descoberta de verificação dos ICs que atendam à entrega do serviço, para checar as informações de padronização dos ICs e vistoriar as atualizações das baselines;

    • Auditar os atributos comuns ou particulares do IC previsto no Plano de Auditoria;

    • Documentar todas as informações pertinentes no Plano de Auditoria; e

    • Estar atento à data de início e fim prevista no Plano de Auditoria.

Resultado da Atividade:

Com a execução da auditoria, o Analista de Configuração terá insumo para registrar o resultado da auditoria e apontar todos os detalhes possíveis.

  1. Registrar resultado da auditoria

Objetivo:

Garantir que todas as informações encontradas durante a auditoria sejam documentadas.

Início:

Após a execução da auditoria.

Prazo:

Deve ser executado antes da analisar resultado da auditoria, enviar resultado de auditoria de IC ou informar inconformidade ao proprietário do IC.

Entradas:

Auditoria executada.

Saídas:

Resultado da Auditoria de IC elaborado.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Analista de Configuração deve incluir no resultado da auditoria informações relevantes sobre os atributos comuns dos ICs auditados, que podem ser:

    • Identificador Único;

    • Nome;

    • Descrição;

    • Natureza;

    • Fornecedor;

    • Proprietário do IC;

    • Classe; e

    • Tipo.

  • O Analista de Configuração deve incluir no resultado da auditoria informações relevantes sobre os atributos particulares dos ICs auditados, que podem ser:

    • Identificador único;

    • Assinatura;

    • Vigência;

    • Contratada;

    • Termos Aditivos;

    • Tipo de equipamento;

    • Modalidade da Licitação; e

    • Processo.

Resultado da Atividade:

O Analista de Configuração deve realizar análise das evidências e gerar o resultado da auditoria, informando a situação atual.

  1. Analisar resultado da auditoria

Objetivo:

Analisar a consistência da auditoria.

Início:

Após o registro do resultado da auditoria.

Prazo:

Deve ser executado antes de inserir informações da auditoria no IC ou antes de solicitar adequação ao Plano de Auditoria.

Entradas:

Registro do resultado da auditoria.

Saídas:

Solicitar adequação ao Plano de Auditoria; e

Inserir informações da auditoria no IC.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Gerente de Configuração deve verificar se o Plano de Auditoria foi executado conforme o planejado e se o Analista de Configuração inseriu no resultado da auditoria informações relevantes sobre os atributos comuns dos ICs auditados que podem ser:

    • Identificador Único;

    • Nome;

    • Descrição;

    • Natureza;

    • Fornecedor;

    • Proprietário do IC;

    • Classe; e

    • Tipo.

  •  O Gerente de Configuração deve verificar se o Analista de Configuração inseriu no resultado da auditoria informações relevantes sobre os atributos particulares dos ICs auditados que podem ser:

    • Identificador único;

    • Assinatura;

    • Vigência;

    • Contratada;

    • Termos Aditivos;

    • Tipo de equipamento;

    • Modalidade da Licitação; e

    • Processo.

Resultado da Atividade:

Com a análise executada o registro poderá assumir o status de “Auditoria em Análise”.

 

  1. Inserir informações da auditoria no IC

 

Objetivo:

Manter consistência e melhorar a qualidade de informações dos ICs.

Início:

Após analisar resultado da auditoria

Prazo:

Deve ser concluído antes de fechar o Plano de Auditoria.

Entradas:

Após analisar resultado da auditoria.

Saídas:

Informações com qualidade.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Analista de Configuração deve inserir as informações pertinentes nos ICs auditados tais como:

    • Número do Plano de Auditoria;

    • Data e hora da auditora;

    • Nome do responsável pela inserção das informações; e

    • Observações.

Resultado da Atividade:

Com todas as informações devidamente inseridas nos ICs auditados, o Analista de Configuração deve alterar o status do Plano de Auditoria para “Auditoria Concluída”.

 

  1. Fechar a Auditoria

Objetivo:

Realizar o fechamento da auditoria.

Início:

Após inserção do resultado da auditoria nos ICs.

Prazo:

Dever ser iniciada imediatamente após inserção do resultado da auditoria nos ICs.

Entradas:

Auditoria realizada.

Saídas:

Auditoria Fechada.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • Com todas as informações devidamente inseridas nos ICs auditados, o gerente de configuração deve fechar a auditoria com o status “Auditoria Fechada”.

Resultado da Atividade:

Um comunicado deve ser encaminhado aos atendentes dos chamados relacionados, informando que a auditoria foi concluída e que o atendimento do chamado, associado ao Plano de Auditoria em questão, deve ser retomado.

O Plano de Auditoria tem seu status alterado para “Auditoria Fechada”.

 

  1. Solicitar adequação ao Plano de Auditoria

Objetivo:

Propor adequações na auditoria para garantir a consistência das informações do Plano de Auditoria.

Início:

Após analisar resultado da auditoria.

Prazo:

Deve ser concluído antes das adequações.

Entradas:

Análise do resultado da auditoria.

Saídas:

Analista de Configuração acionado para realização de possíveis ajustes no resultado da auditoria.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • Solicitar adequações no resultado para garantir que os requisitos do Plano de Auditoria estejam coerentes e claros no registro do resultado da auditoria.

Resultado da Atividade:

O Gerente de Configurações deve apontar os possíveis ajustes através de uma nota e enviar o Plano de Auditoria para o Analista de Configurações. O status do Plano de Auditoria deve estar “Auditoria em Análise”.

  1. Aplicar adequações

Objetivo:

Aplicar adequações para garantir a consistência das informações da auditoria.

Início:

Após a solicitação de adequação ao Plano de Auditoria.

Prazo:

Deve ser concluído antes do registro do resultado da auditoria.

Entradas:

Solicitação de ajustes.

Saídas:

Um resultado de auditoria com informações consistentes ao Plano de Auditoria e qualidade para o processo.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • Aplicar as adequações solicitadas garantindo que os requisitos mínimos do Plano de Auditoria estejam coerentes e claros no registro do resultado da auditoria, evitando-se retrabalho e garantindo a fluidez.

Resultado da Atividade:

Com os ajustes aplicados o registro poderá seguir para o registro do resultado da auditoria. Deve ter seu status alterado para “Auditoria em Execução”.

  1. Informar inconformidade ao proprietário do IC

Objetivo:

Garantir a transparência e comunicação do Processo de gerenciamento de configuração.

Início:

Após o registro do resultado da auditoria.

Prazo:

Deve ser executado antes da análise de inconformidade pelo Proprietário do IC.

Entradas:

Registro do resultado da auditoria.

Saídas:

Proprietário do IC informado de possíveis inconsistências encontradas durante execução da auditoria.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Proprietário do IC deve ser acionado sempre que o Analista de Configuração identificar inconformidades sobre os atributos comuns dos ICs auditados que podem ser:

    • Identificador Único;

    • Nome;

    • Descrição;

    • Natureza;

    • Fornecedor;

    • Proprietário do IC;

    • Classe; e

    • Tipo.

  • O Proprietário do IC deve ser acionado sempre que o Analista de Configuração identificar inconformidades sobre os atributos particulares dos ICs auditados que podem ser:

    • Identificador único;

    • Assinatura;

    • Vigência;

    • Contratada;

    • Termos Aditivos;

    • Tipo de equipamento;

    • Modalidade da Licitação; e

    • Processo.

Resultado da Atividade:

Proprietário do IC informado quanto a possível inconformidade encontrada em ICs quando da realização da auditoria.

  1. Analisar inconformidade

Objetivo:

Informar inconformidades em ICs para o Gerente de Configuração.

Início:

Após informação de inconformidade enviadas ao proprietário do IC.

Prazo:

Deve ser executado antes da elaboração do resultado da auditoria.

Entradas:

Informar inconformidade ao proprietário do IC.

Saídas:

Análise das possíveis inconformidades.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Gerente de Configuração deve tomar conhecimento das inconformidades encontradas durante análise de inconformidades sobre os atributos comuns dos ICs auditados que podem ser:

    • Identificador Único;

    • Nome;

    • Descrição;

    • Natureza;

    • Fornecedor;

    • Proprietário do IC;

    • Classe; e

    • Tipo.

  • O Gerente de Configuração deve tomar conhecimento das inconformidades encontradas durante análise de inconformidades sobre os atributos particulares dos ICs auditados que podem ser:

    • Identificador único;

    • Assinatura;

    • Vigência;

    • Contratada;

    • Termos Aditivos;

    • Tipo de equipamento;

    • Modalidade da Licitação; e

    • Processo.

Resultado da Atividade:

Após conhecimento das inconformidades, o Gerente de Configuração deve elaborar o relatório de auditoria e registrar ações corretivas.

  1. Enviar Resultado de Auditoria de IC

Objetivo:

Garantir que o Gerente de Configuração receba o resultado da auditoria.

Início:

Após o registro do resultado da auditoria.

Prazo:

Deve ser executado antes da elaboração do resultado da auditoria.

Entradas:

Resultado da Auditoria Registrada.

Saídas:

Resultado da Auditoria enviado ao Gerente de Configuração.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Analista de Configuração deve enviar o resultado da auditoria para o Gerente de Configuração com informações relevantes sobre os atributos comuns dos ICs auditados que podem ser:

    • Identificador Único;

    • Nome;

    • Descrição;

    • Natureza;

    • Fornecedor;

    • Proprietário do IC;

    • Classe; e

    • Tipo.

  • O Analista de Configuração deve enviar o resultado da auditoria para o Gerente de Configuração com informações relevantes sobre os atributos particulares dos ICs auditados que podem ser:

    • Identificador único;

    • Assinatura;

    • Vigência;

    • Contratada;

    • Termos Aditivos;

    • Tipo de equipamento;

    • Modalidade da Licitação; e

    • Processo.

Resultado da Atividade:

Resultado da auditoria encaminhando para o Gerente de Configuração. O Plano de Auditoria deve ter seu status alterado para “Auditoria Concluída”.

  1. Elaborar relatório de auditoria

Objetivo:

Registar as ocorrências e eventos levantados durante o processo de auditoria.   

Início:

Após análise de inconformidade.

Prazo:

Deve ser antes do registro das ações corretivas.

Entradas:

Análise das inconformidades.

Saídas:

Relatório de auditoria.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Gerente de Configuração deve elaborar o relatório de auditoria contendo as inconformidades encontradas e as necessárias ações corretivas.

Resultado da Atividade:

O Gerente de Configuração elabora o resultado da auditoria para registro de ações corretivas.

  1. Fechar a Auditoria

Objetivo:

Realizar o fechamento da auditoria.

Início:

Após inserção do registro das ações corretivas.

Prazo:

Antes do efetivo fechamento do processo.

Entradas:

Registro das ações corretivas.

Saídas:

Auditoria Fechada.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  •  todas as informações devidamente registradas, o gerente de configuração deve fechar a auditoria com o status “Auditoria Fechada”.

Resultado da Atividade:

Um comunicado deve ser encaminhado aos atendentes dos chamados relacionados, informando que a auditoria foi concluída e que o atendimento do chamado, associado ao Plano de Auditoria em questão, deve ser retomado.

O Plano de Auditoria tem seu status alterado para “Auditoria Fechado”.

Anexo V

Mapeamento do Subprocesso Sustentação da Base de Dados de Gerenciamento de Configuração e Biblioteca de Mídia Definitiva

 

 

Ficha de Atividades do Subprocesso de Sustentação da Base de Dados de Gerenciamento de Configuração e Biblioteca de Mídia Definitiva

  1. Revisar a consistência de informação da mudança

Objetivo:

Analisar a consistência das informações da tarefa da mudança.

Início:

Após a aprovação da requisição de mudança.

Prazo:

Antes de criar atributos para ICs na BDGC ou BMD, inserir as informações do IC na BDGC ou na BMD ou Inserir informações da auditoria no IC.

Entradas:

Requisição de Mudança (RDM).

Saídas:

Informações consistentes para a Mudança.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • Analisa se a qualidade das informações é a necessária para o sucesso da mudança. Assim, são evitados erros comuns como omissão de informações, falta de relacionamentos com outras mudanças, escopo sem clareza, classificação da mudança etc.

Resultado da Atividade:

Análise da consistência das informações.

  1. Revisar a solicitação

Objetivo:

Analisar a consistência das informações da solicitação.

Início:

Após o registro da solicitação.

Prazo:

Antes da execução da solicitação.

Entradas:

Cumprimento de Requisição de Serviços;

Sustentação de BDGC ou na BMD; e

Atendimento de solicitações sobre ICs.

Saídas:

Uma solicitação com informações consistentes e com qualidade para o processo.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • Analisa se a qualidade das informações é a necessária para o sucesso da mudança. Assim, são evitados erros comuns como omissão de informações, falta de relacionamentos com outras mudanças, escopo sem clareza, classificação da mudança etc.

Resultado da Atividade:

Com a análise bem executada o Analista de Configuração deve realizar o atendimento da solicitação.

  1. Acionar o Gerente de Configuração

Objetivo:

Garantir a qualidade das informações inseridas na BDGC e na BMD.

Início:

Após a identificação de um novo IC.

Prazo:

Antes da análise da necessidade de uma RDM.

Entradas:

Revisar a solicitação; e

Revisar a consistência de informação da mudança.

Saídas:

Gerente de Configuração acionado para análise de encaminhamento de inserção de um novo IC.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Gerente de Configuração deve ser acionado sempre que o Analista de Configuração identificar a necessidade da inclusão de um novo IC.

Resultado da Atividade:

Com o acionamento do Gerente de Configuração, o Analista de Configuração deverá aguardar o resultado da análise da situação e adotar as orientações que o Gerente de Configuração venha fazer.

  1. Analisar necessidade de uma RDM

Objetivo:

Analisar a necessidade de registro de uma RDM.

Início:

Após o acionamento por parte do Analista de Configuração.

Prazo:

Antes da avaliação da necessidade de abertura de uma RDM.

Entradas:

Acionamento do Gerente de Configuração.

Saídas:

Considerações realizadas a respeito da decisão de registro de uma RDM.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Gerente de Configuração analisa se existe a necessidade de abertura de uma RDM quando da identificação de uma novo IC.

Resultado da Atividade:

O Gerente de Configuração realizará suas considerações e decidirá pela necessidade de abertura de uma RDM ou pela solicitação de criação de atributos pelo analista de configuração.

  1. Solicitar o registro de novo IC

Objetivo:

Formalizar solicitação de registro de um novo IC.

Início:

Após a realização das considerações por parte do Gerente de Configuração.

Prazo:

Dever ser realizada antes do registro de novo IC na BDGC ou na BMD.

Entradas:

Considerações realizadas pelo Gerente de Configuração.

Saídas:

Formalização de solicitação de um novo IC realizada.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Analista de Configuração formalizará a solicitação de criação de um novo IC na BDGC ou na BMD com base nas considerações realizadas pelo Gerente de Configuração.

Resultado da Atividade:

O Analista de Configuração formaliza a solicitação de registro de um novo IC para que posteriormente ele seja registrado nas bases.

  1. Registrar novo ICs na BDGC ou BMD

Objetivo:

Atender à solicitação de inserção de um novo IC na BDGC ou na BMD.

Início:

Após solicitação de inserção de um novo IC na BDGC ou na BMD.

Prazo:

Deve ser executado antes da inserção de informações de um IC na BDGC ou na BMD.

Entradas:

Solicitar a criação de atributos.

Saídas:

Novo IC registrado na BDGC ou na BMD.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Administrador do Sistema de Gerenciamento da Configuração (Ferramentas) deve inserir um novo IC na BDGC ou na BMD com atributos comuns para ICs que podem ser:

    • Identificador Único;

    • Nome;

    • Descrição;

    • Natureza;

    • Fornecedor;

    • Proprietário do IC;

    • Classe; e

    • Tipo.

  • O Administrador do Sistema de Gerenciamento da Configuração (Ferramentas) deve inserir um novo IC na BDGC ou na BMD com atributos particulares para ICs que podem ser:

    • Identificador único;

    • Assinatura;

    • Vigência;

    • Contratada;

    • Termos Aditivos;

    • Tipo de equipamento;

    • Modalidade da Licitação; e

    • Processo.

Resultado da Atividade:

Novo IC inserido na BDGC ou na BMD com os atributos pertinentes.

  1. Inserir as informações do IC na BDGC ou BMD

Objetivo:

Inserir as informações do IC na BDGC ou na BMD.

Início:

Após a inserção de um novo IC na BDGC ou na BMD.

Prazo:

Antes de fechar a tarefa de mudança ou solicitação e informar o resultado da solicitação pelo colaborador abriu demanda.

Entradas:

Informações que serão inseridas no IC na BDGC ou na BMD.

Saídas:

Novo IC inserido na BDGC ou na BMD ou informações da auditoria no IC existente na BDGC ou na BMD.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Analista de Configuração deve inserir novo IC ou informações nos atributos comuns para ICs que podem ser:

    • Identificador Único;

    • Nome;

    • Descrição;

    • Natureza;

    • Fornecedor;

    • Proprietário do IC;

    • Classe; e

    • Tipo.

  • O Analista de Configuração deve inserir novo IC ou informações nos atributos particulares para ICs que podem ser:

    • Identificador único;

    • Assinatura;

    • Vigência;

    • Contratada;

    • Termos Aditivos;

    • Tipo de equipamento;

    • Modalidade da Licitação; e

    • Processo.

Resultado da Atividade:

Novo IC inserido na BDGC ou na BMD ou informações de ICs de auditoria inseridas na BDGC ou na BMD atributos.

  1. Inserir informações da auditoria na BDGC e na BMD

Objetivo:

Inserir as informações da auditoria a respeito do IC na BDGC ou na BMD.

Início:

Após revisão da solicitação a partir do processo de auditoria de BDGC ou BMD ou atendimento de solicitações sobre ICs ou revisão da consistência de informação da mudança a partir do processo de gerenciamento de mudança.

Prazo:

Antes de informar o resultado da auditoria ao demandante e fechar a tarefa da mudança ou solicitação.

Entradas:

Informações atualizadas.

Saídas:

Informações da auditoria a respeito de IC inseridas na BDGC ou BMD.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Analista de Configuração deve inserir as informações da auditoria a respeito de ICs na BDGC ou BMD, tais como:

    • Número da solicitação ou da tarefa de mudança;

    • Data e hora da execução;

    • Nome do Analista de Configuração; e

    • Observações.

Resultado da Atividade:

Com todas as informações devidamente inseridas na BDGC ou na BMD sobre os ICs, o Analista de Configuração pode fechar a tarefa da mudança ou solicitação e informar o resultado da solicitação ao demandante.

  1. Fechar a tarefa da mudança ou solicitação

Objetivo:

Realizar o fechamento da tarefa da mudança ou solicitação.

Início:

Após inserir informações da auditoria na BDGC e ou na BMD.

Prazo:

Dever ser iniciada imediatamente após inserção das informações da auditoria na BDGC e ou na BMD.

Entradas:

Informações da auditoria inseridas na BDGC ou na BMD.

Saídas:

Tarefa da mudança ou solicitação fechadas.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • Com todas as informações devidamente inseridas na BDGC ou na BMD, o Analista de Configuração deverá fechar a tarefa da mudança ou a solicitação.

Resultado da Atividade:

Um comunicado deve ser encaminhado aos demandantes, informando que a tarefa de mudança ou solicitação foi fechada.

Anexo VI

Mapeamento do Subprocesso Atendimento de Solicitações sobre ICs

 

Ficha de Atividades do Subprocesso de Atendimento de Solicitações sobre ICs

  1. Registrar um chamado de atendimento de solicitação sobre ICs

Objetivo:

Registrar um chamado de atendimento de solicitações sobre ICs.

Início:

Após identificar a necessidade de atendimento de solicitações sobre um ICs na BDGC e ou na BMD.

Prazo:

Dever ser realizado antes da revisão da solicitação pelo Gerente de Configuração.

Entradas:

Necessidade do requisitante a respeito de atendimento de solicitações sobre ICs.

Saídas:

Solicitação de atendimento sobre IC registrada.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • Toda solicitação deve:

    • Obrigatoriamente, ser registrada para ser tratada. O registro é a atividade composta pela coleta de informações;

    • O requisitante quando precisar que uma necessidade sua seja atendida sobre ICs na BDGC ou na BMD pode entrar em contato com a Central de Serviços para registrar um chamado ou fazê-lo diretamente na ferramenta de ITSM; e

    • Em ambos os casos, ele deve comunicar todas as informações necessárias para que o seu chamado seja atendido. Algumas dessas informações podem ser obrigatórias.

  • Nesta atividade o requisitante registra chamado de atendimento de solicitações sobre ICs.

Resultado da Atividade:

Chamado registrado.

 

  1. Revisar solicitação

Objetivo:

Revisar a solicitação.

Início:

Após o registro da solicitação.

Prazo:

Antes da execução da solicitação ou fechamento da solicitação.

Entradas:

Informações presentes no registro do chamado.

Saídas:

Uma solicitação com informações consistentes para o processo.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Gerente de Configuração revisa a consistência das informações necessárias para o sucesso do atendimento. Assim, são evitados erros comuns como omissão de informações, falta de relacionamentos com outros processos, escopo sem clareza, classificação e priorização etc.

Resultado da Atividade:

Revisão da solicitação realizada.

  1. Cancelar Solicitação

Objetivo:

Realizar o cancelamento da solicitação.

Início:

Após a revisão da solicitação.

Prazo:

Deve ser cancelado imediatamente após a revisão e do entendimento pelo Gerente de Configuração que a solicitação não faz parte do escopo do processo.

Entradas:

Revisão da Solicitação.

Saídas:

Solicitação cancelada.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Se durante a revisão da solicitação o Gerente de Configuração identificar que ela não faz parte do escopo a solicitação deverá ser cancelada com a resolução de cancelada.

Resultado da Atividade:

A solicitação tem seu status alterado para “Cancelada”.

  1. Sanar pendencias

Objetivo:

Aplicar ajustes para garantir a consistência das informações da solicitação.

Início:

Após a revisão da solicitação e identificação da necessidade de complementação das informações da solicitação.

Prazo:

Deve ser concluído antes de nova revisão da solicitação pelo Gerente de Configuração.

Entradas:

Solicitação de ajustes e ou alterações das informações da solicitação.

Saídas:

Solicitação com as pendências sanadas.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • Aplicar os ajustes solicitados garantindo que os requisitos mínimos da solicitação estejam coerentes e claros no registro da solicitação; e

  • Assim, evita-se o retrabalho e garante a fluidez etc.

Resultado da Atividade:

Com os ajustes aplicados o registro poderá seguir para revisão da solicitação.

  1. Realizar as considerações

Objetivo:

Realizar as considerações após a revisão da solicitação.

Início:

Após reprovação da solicitação.

Prazo:

Dever ser iniciada antes da informação em relação à decisão da solicitação ao requisitante e do fechamento da solicitação.

Entradas:

Solicitação revisada.

Saídas:

Considerações em relação à reprovação da execução da solicitação e fechamento da solicitação.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Gerente de Configuração deve inserir na solicitação as justificativas que embasam a decisão de não autorizar o atendimento da solicitação e posterior fechamento da solicitação.

Resultado da Atividade:

Com as justificativas a solicitação deve ser fechada.

  1. Informar a decisão da solicitação

Objetivo:

Comunicar a decisão aos requisitantes.

Início:

Após as considerações realizadas pelo Gerente de Configuração em razão da não autorização da execução da solicitação.

Prazo:

Dever ser realizada antes da finalização da solicitação.

Entradas:

Depois das considerações do Gerente de Configuração.

Saídas:

Comunicação da decisão de não autorizar da execução da solicitação.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Gerente de Configuração comunica ao requisitante sobre a decisão de não autorizar a execução da solicitação, para garantir a transparência do processo de configuração.

Resultado da Atividade:

Após a comunicação da decisão para o requisitante, o Gerente de Configuração deve fechar a solicitação.

  1. Fechar solicitação

Objetivo:

Realizar o fechamento da solicitação sobre ICs.

Início:

Após realizar considerações.

Prazo:

Deve ser iniciada antes do fechamento da solicitação.

Entradas:

Realização das considerações.

Saídas:

Solicitação fechada.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Após a não autorização de execução da solicitação, o Gerente de Configuração deverá fechar a solicitação com a resolução de “Fechada”.

Resultado da Atividade:

A solicitação tem seu status alterado para “Fechada”.

  1. Executar a solicitação

Objetivo:

Executar a solicitação sobre ICs.

Início:

Após autorização da execução da solicitação.

Prazo:

Deve ser feita antes de inserir as informações pertinentes na solicitação.

Entradas:

Solicitação revisada.

Saídas:

Solicitação Executada.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Analista de Configuração deve atender à solicitação conforme autorização do Gerente de Configuração e seguir as atividades técnicas necessárias para garantir o objetivo da solicitação.

Resultado da Atividade:

Solicitação sobre ICs atendida.

  1. Inserir as informações pertinentes na solicitação

Objetivo:

Inserir as informações referente a execução realizada na solicitação.

Início:

Após execução da solicitação.

Prazo:

Deve ser realizada antes de inserir informações do atendimento sobre o IC na BDGC e na BMD.

Entradas:

Solicitação executada.

Saídas:

Informações pertinentes da execução da solicitação inseridas na solicitação.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Analista de Configuração deve inserir as informações pertinentes ao atendimento na solicitação.

Resultado da Atividade:

Solicitação com informações atualizadas e consistentes.

  1. Inserir informações do atendimento sobre o IC

Objetivo:

Manter consistência e melhorar a qualidade de informações dos ICs.

Início:

Após a inserção das informações pertinentes na solicitação

Prazo:

Deve ser concluída antes da análise do resultado do atendimento.

Entradas:

Após a inserção das informações pertinentes na solicitação.

Saídas:

Informações com qualidade.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Analista de Configuração deve inserir as informações pertinentes sobre os ICs tais como:

    • Número da Solicitação;

    • Data e hora do Atendimento;

    • Nome do responsável pela inserção das informações; e

    • Observações.

Resultado da Atividade:

Com todas as informações devidamente inseridas na BDGC e na BMD sobre os ICs, o Analista de Configuração deve enviar a solicitação para análise do Gerente de Configuração.

  1. Analisar o resultado do atendimento

Objetivo:

Analisar o resultado do atendimento.

Início:

Após a inserção das informações do atendimento sobre os ICs.

Prazo:

Deve ser executada antes de solicitar adequação na execução ou de fechar solicitação.

Entradas:

Informações sobre os ICs inseridos na BDGC e na BMD.

Saídas:

Solicitar adequação na execução; ou

Fechar solicitação.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • O Gerente de Configuração deve verificar se o atendimento da solicitação foi executado conforme o solicitado e se o Analista de Configuração inseriu informações do atendimento sobre os ICs na BDGC e na BMD.

Resultado da Atividade:

Com a análise executada o Gerente de Configuração poderá solicitar adequação na execução ou fechar a solicitação.

  1. Solicitar adequação na execução

Objetivo:

Propor adequações no atendimento para o bom resultado da atividade.

Início:

Após analisar o resultado do atendimento.

Prazo:

Deve ser concluída antes da execução da solicitação.

Entradas:

Analisar resultado do atendimento.

Saídas:

Analista de Configuração executa atendimento com os ajustes solicitados pelo Gerente de Configuração.  

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

  • Solicitar adequações na execução para garantir que o resultado almejado seja atingido.

Resultado da Atividade:

O Gerente de Configurações deve apontar os possíveis ajustes na solicitação de execução para o Analista de Configurações.

  1. Fechar solicitação

Objetivo:

Realizar o fechamento da solicitação sobre ICs.

Início:

Após realizar considerações.

Prazo:

Deve ser iniciado antes do encerramento da solicitação.

Entradas:

Realização das considerações.

Saídas:

Solicitação fechada.

Descrição das tarefas e fluxos de informação:

Após a não autorização de execução da solicitação, o Gerente de Configuração deverá fechar a solicitação com a resolução de “Fechada”.

Resultado da Atividade:

A solicitação tem seu status alterado para “Fechada”.

 

Anexo VII

Indicadores e Metas do Processo de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI

 

1. Os indicadores operacionais responsáveis por medir os resultados do Processo de Gerenciamento de Configuração e Ativo de Serviço de TI são:

  1. Número total de ICs atualizados sobre a quantidade total de ICs na base: apresenta o percentual de ICs atualizados mensalmente na BDGC e na BMD, separadamente;

 

Indicador:

Porcentagem de Atualização dos ICs  

Objetivo:

Aferir a quantidade de ICs que foram atualizados na BDGC ou na BMD, aferindo o percentual de ICs atualizados mensalmente na BDGC ou BMD.

Periodicidade:

Mensal.

Responsável:

Gerente de Configuração e Ativo de Serviço de TI

Tipo de indicador:

(X) Qualitativo () Quantitativo

 

  1. Número total de ICs modificados em um período: apresenta a quantidade de IC`s modificados por período;

 

Indicador:

Porcentagem de ICs modificados mensalmente.

Objetivo:

Aferir a quantidade de ICs que sofreram modificação mensalmente.

Periodicidade:

Mensal.

Responsável:

Gerente de Configuração e Ativo de Serviço de TI

Tipo de indicador:

( ) Qualitativo      (X) Quantitativo

 

  1. Percentual de inconsistências encontradas em um período: apresenta a quantidade inconsistências encontradas na BDGC e na BMD por período, separadamente;

 

Indicador:

Percentual de inconsistências constatadas na auditoria sobre o número de itens auditados.

Objetivo:

Aferir o Percentual de inconsistências constatadas na auditoria sobre o número de itens auditados na BDGC ou BMD.

Periodicidade:

Mensal.

Responsável:

Gerente de Configuração e Ativo de Serviço de TI

Tipo de indicador:

(X) Qualitativo (X) Quantitativo

 

  1. Número de licenças dos principais softwares instalados na Anatel, considerando a quantidade contratada/adquirida: apresenta a quantidade de licenças adotadas para os softwares associados aos negócios mais críticos (Exemplo: Office 365, SQL SERVER, Antivírus, Bomgar entre outros), considerando a quantidade de licenças contratada/adquirida pela Anatel;

 

Indicador:

Quantitativo dos principais Softwares instalados na Anatel, considerando a quantidade contratada/adquirida

Objetivo:

Aferir o volume das principais Softwares instalados na Anatel, considerando a quantidade contratada/adquirida.

Periodicidade:

Mensal.

Responsável:

Gerente de Configuração e Ativo de Serviço de TI

Tipo de indicador:

( ) Qualitativo   (X) Quantitativo

 

  1. Número de Softwares com licenças com prazo de expiração iminente (menos de 6 meses) na Anatel;  

 

Indicador:

Quantidade de Softwares com expiração do licenciamento iminente na Anatel

Objetivo:

Garantir a continuidade de funcionamento dos negócios da Anatel

Periodicidade:

Mensal.

Responsável:

Gerente de Configuração e Ativo de Serviço de TI

Tipo de indicador:

( ) Qualitativo   (X) Quantitativo

 

  1. E demais indicadores operacionais que se mostrem necessários.

Referência: Processo nº 53500.303797/2022-43 SEI nº 9043779